Usamos cookies para segurança, melhor experiência e personalização de conteúdo de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Clique em "Configurar cookies" para gerenciar suas preferências.

X

Para "Aceitar", selecione os itens e clique no botão abaixo:

ÍNDICES: Movimentos das bolsas de ações e moedas

Data de criação:

access_time 02/12/2019 - 11:02

Data de atualização:

access_time 02/12/2019 - 12:02
format_align_left 4 minutos de leitura

Quer saber como investir?

Abra AGORA sua conta no banco digital dos investidores

QUERO ABRIR MINHA CONTA

Acompanhe o comportamento dos principais índices dos mercados acionários e das moedas para esta segunda-feira (02/12/19).

ÁSIA – Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em alta de 0,37% a 26.444 e o índice Shenzhen Composite ficou em alta de 0,22% a 1.596. O índice Xangai composite ficou em alta de 0,02% a 2.872. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 1,01% aos 23.529. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,19% a 3.187. O índice S&PASX 200, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,24% a 6.862. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 0,19% a 2.091. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou estável aos 40.802. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 0,12% a 11.502.

As bolsas de valores fecharam com ganhos nesta segunda-feira. Os indicadores da China, acima das estimativas, ficaram, no foco central. A pesquisa IHS/Markit para o PMI do setor industrial chinês avançou de 51,7 em outubro para 51,8 em novembro, atingindo o maior patamar desde dezembro de 2016. Já a sondagem oficial, estimou que o PMI da indústria subiu de 49,3 para 50,2 no mesmo período, com a atividade manufatureira chinesa voltando à expansão pela primeira vez em sete meses. Os dados do Japão ainda apresentaram fraqueza. A Austrália também apresentou indicadores.

EUROPA – Há pouco, o índice Stoxx Europe 600 seguia em queda de 0,27% aos 406.32 em Londres; o FTSE-100 (Londres) seguia em queda de 0,16% aos 7.334; o DAX 30 (Frankfurt) seguia em queda de 0,40% a 13.182; o CAC 40 (Paris) seguia em queda de 0,50% a 5.873; o FTSE-MIB (Milão) seguia em queda de 1,09% aos 23.003; o Ibex 35 (Madri) seguia em queda de 1,04% a 9.253; e o PSI-20 (Lisboa) recuava 0,03% a 5.125.

As bolsas europeias estão operando no vermelho nesta reta final das negociações. A atividade industrial na China acabou suavizando as perdas e afastando, pelo menos por enquanto, uma recessão global. Na Europa, também foram divulgados os índices de gerentes de compras (PMI) das economias da região, que vieram melhores do que o esperado. As moedas operam sem direção.

ESTADOS UNIDOS: O Dow Jones (futuros) estava em alta de 0,08% aos 28.096 pontos. O S&P (futuros) estava em alta de 0,10% aos 3.146 pontos. O Nasdaq (futuros) seguia estável a 8.417 pontos.

O mercado futuro de ações das bolas de Nova York está em alta acompanhando Ásia e a Europa. Prevalece certo otimismo com as perspectivas de retomada da economia mundial, após a China reportar avanço na atividade industrial em novembro. O dólar apresenta ligeira alta diante das principais moedas, enquanto os investidores aguardam a divulgação do índice dos gerentes de oferta (ISM) da indústria.

BRASIL: O Ibovespa opera em alta de 0,64% aos 108.925 pontos. O dólar comercial segue em queda de 0,23% aos R$4,230 para a venda.

A bolsa de valores de São Paulo está operando no azul e o dólar segue recuado. Ao longo da sessão, os investidores devem reagir aos resultados preliminares das vendas do comércio durante a Black Friday, o que deve puxar as ações das empresas do setor. Sobre commodities, o preço do petróleo Brent segue em queda e o WTI em alta. Ainda deve refletir no desempenho dos mercados, a decisão do governo americano em elevar as tarifas do aço brasileiro e argentino com as desvalorizações das moedas. Pego de surpresa, o presidente Jair Bolsonaro disse que, se necessário, poderá conversar com o presidente americano sobre o tema. Enquanto isso, Bolsonaro disse que vai ter uma reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, esta tarde para discutir medidas. Lembrando que na semana passada, uma fala de Guedes fez o dólar pressionar o real para a maior desvalorização da história. Em dia de indicadores relevantes para a economia global, o foco fica para o PIB do Brasil.

O dólar segue em queda.

Commodities

O petróleo referência Brent segue em queda de 2,265 a US$64,86 o barril negociado na bolsa de Futuros de Londres.

O petróleo WTI (futuros) segue em alta de 1,89% aos US$56,21 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em alta de 1,13% aos US$88,45 a tonelada seca e com 62% de pureza.

 

Pretende diversificar a
sua carteira
de investimentos?