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Invexa Capital estuda ofertas de novos investimentos ao completar 10 anos

Data de criação:

access_time 07/05/2021 - 12:06

Data de atualização:

access_time 07/05/2021 - 12:24
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O mês de abril ficou entre os melhores do ano para o mercado financeiro como um todo. As bolsas de ações testaram as máximas nos Estados Unidos, seguidas da Ásia e Europa. Na bolsa de Nova York, por exemplo, os três índices registraram recordes e fecharam abril em campo positivo. No mês, o Dow Jones subiu 2,4%, o S&P ganhou 5,6% e o Nasdaq subiu 7%. Depois desses desempenhos, no ano, o Dow Jones acumula alta de 10,68%, o S&P acumula alta de 11,32% e o Nasdaq está com ganho de 8,34%.

A bolsa brasileira também surfou com as demais, embora com as questões de saúde pública, em graus elevadíssimos da pandemia de coronavírus, além do imbróglio do Orçamento de 2021 e o ambiente político também refletiram em vários momentos no humor do mercado. Mesmo assim, o índice principal conseguiu fechar o mês em alta de 1,93% e reduziu a queda no ano de 2% de março para 0,10% em abril.

“No mês, embora com alguns setores esquecidos, o Ibovespa conseguiu fechar em campo positivo e foi o segundo consecutivo. Setores que estavam represados voltaram, como as empresas de varejo, processadoras de proteínas, de turismo e as aéreas, que mais sofreram com a pandemia instalada no País. Entretanto, os setores que sustentaram os quase 2% de valorização do índice principal no mês foram os das empresas ligadas às commodities, como metalúrgicas, siderúrgicas e a Vale. No contexto geral, podemos destacar que abril foi muito bom para a bolsa brasileira” destacou o gestor da Invexa Capital, Douglas Inéia, para o Último Instante.

Ao longo do mês, o mercado doméstico acompanhou o impasse sobre a votação do Orçamento da União para 2021, que foi sancionado pelo presidente da República no apagar das luzes do dia 20. As discussões sobre os setores que deveriam sentir o corte mais profundos de verbas e o temor de que as questões fiscais não fossem respeitadas mexeu também com o humor dos investidores e o Ibovespa e escorregou dos 212 mil pontos lá para os 118 mil pontos. O dólar ganhou força e bem que ensaiou uma valorização mais forte em cima do real. “As incertezas rondaram o mercado, mas logo em seguida houve uma reação positiva porque os temas mais relevantes voltaram para a pauta, como as privatizações e reformas Tributária e Administrativa”, enumerou Inéia.

Outro ponto de destaque ficou com o setor infraestrutura, com os leilões aeroportuários servindo novamente de termômetro para saber qual era o grau de interesse do investidor para o Brasil.

Esses movimentos de altos e baixos, na opinião dos agentes de mercados, foram sinais positivos quando se trata de futuro, nas apostas de bons negócios no curto, médio e longo prazos já focando no processo de vacinação no País, embora com um pouco de atraso no comparativo global.

E é nessa onda de dias melhores, mas muito melhores, que a Invexa Capital estuda a ampliação do portfólio e prepara a criação de um fundo com foco no maior mercado do mundo, os dos Estados Unidos, com alocações em BRDs (Brazilian Depositary Receipts) e um fundo de multimercado direcional, que vai permitir operações em posição vendida em determinadas classes de ativos. “Estamos em um processo de estudo, ou seja, avaliando as empresas relevantes naquele mercado, filtrando e elaborando estratégia nesse sentido. Nossa proposta é de estar expostos a ativos de fora. Queremos ampliar a parte offshore, com a intenção de internacionalização do portfólio”, considerou Douglas Inéia.

Novos fundos já estão sendo estruturados. Um é o fundo de ações Invexa LB+FIA, iniciado em fevereiro, com estratégia emulada, em parte, ao já existente Invexa Inter+ Ibovespa Ativo FIA, mas em alavancagem e sem trabalhar com operações de Day Trade.

A gestora de recursos, que saiu de São Paulo para fixar pé em Santa Catarina, já teve atuação em renda fixa, projetos imobiliários privados e carteiras administradas, mas desde 2019 todos os investimentos estão concentrados nos fundos geridos pela Invexa, sendo que o principal é o de ações. “Quem tem medo de fundo e que primeiro foi de renda variável tem agora uma boa alternativa para investir”, completa Inéia.

*Por Ivonéte Dainese

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