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IPOs e resultados financeiros estão no radar da Guide Investimentos

Data de criação:

access_time 04/08/2020 - 16:24

Data de atualização:

access_time 04/08/2020 - 16:24
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No relatório corporativo desta terça-feira, a Guide Investimentos destacou o resultado financeiro do Itaú Unibanco, bem com as propostas de IPOs de algumas empresas

B3 ON

A incorporadora You Inc. acabou desistindo de avançar com sua oferta pública inicial de ações. A data de precificação do IPO estava marcada para ontem.
Sua faixa indicativa era de R$ 17,50 a R$ 23,50, buscando R$ 1 bilhão ao preço médio.

“Negativo. Com a retomada das atividades, muitas companhias estão voltando a dar continuidade a seus processos de IPO, que se iniciaram no início de 2020 e foram interrompidos pela disseminação do coronavírus. O movimento de retomada é bastante positivo para a B3. A incorporadora You, no entanto, desistiu da sua oferta, mas ainda não se sabe quais foram os motivos para que isso viesse a ocorrer.”

Grupo Soma

O Grupo Soma hoje possui uma lista de oportunidades em mente, composta por 33 marcas de moda. Dentro desta, 5 ou 6 são avaliadas com possíveis marcas estratégicas para aquisição no curto prazo. Parte das marcas neste grupo, pertence à Inbrands, a empresa de moda que foi mais afetada pela crise e busca interessados em algumas de suas redes, e à Restoque, atualmente em recuperação extrajudicial.

A companhia pretende destinar 47% dos recursos líquidos captados com a oferta pública inicial, à aquisições. Tal porcentagem corresponde à aproximadamente R$ 600 milhões, de acordo com os dados revelados no prospecto. O processo de negociação com estas marcas mais estratégicas podem avançar já após o IPO. Segundo a apuração de um jornal local, alor Econômico, neste grupo mais seleto de alvos da Soma estão Osklen (que tem como acionista a Alpargatas, com 30% de participação), Amaro e Reserva.

“Positivo. Seguindo seu prospecto da oferta pública inicial de ações, o grupo Soma já revelou que das 33 marcas que compõem uma lista de possíveis aquisições para o futuro, com 5 ou 6 delas consideradas mais estratégicas. As negociações com as possíveis novas marcas do grupo devem começar a acelerar logo após o IPO da empresa.”

Itaú Unibanco

O lucro líquido recorrente alcançou R$ 4,2 bilhões no segundo trimestre de 2020, com crescimento trimestral de 7,5%. Em meio ao cenário adverso da economia, notaram sinais de melhora ao longo do segundo trimestre. Por esse motivo, o modelo de provisionamento gerou menores provisões nesse trimestre do que no trimestre anterior, quando teve início a crise. Dessa maneira, o custo do crédito teve uma redução de 23,0%, atingindo R$ 7,8 bilhões.

Com o objetivo de proporcionar liquidez aos seus clientes, flexibilizaram os prazos de pagamento de contratos de crédito de pessoas físicas, micro e pequenas empresas que totalizam R$ 52 bilhões.

As receitas de serviços apresentaram redução em função do impacto da menor atividade econômica nas receitas com cartões (emissor e adquirência), da menor atividade no mercado de capitais na receita de assessoria econômica, corretagem e fundos.

As despesas não decorrentes de juros permaneceram praticamente estáveis no trimestre com o crescimento na América Latina sendo compensado pelos menores gastos no Brasil.

O índice total reduziu 0,4 ponto percentual em rela- ção ao trimestre anterior. No Brasil, o índice de pes- soas físicas e de micro, pequenas e médias empre- sas reduziu em relação ao trimestre anterior devido à flexibilização das condições de pagamento de empréstimos que visa ajudar nossos clientes no enfrentamento da crise econômica.

“Neutro. O resultado do banco Itaú trouxe provisões reduzidas, mas ainda assim uma margem menor. Com relação à sua carteira de crédito, veio abaixo das expectativas do mercado, enquanto que seu lucro recorrente veio em linha.”

Oi

Para analisar a possível aquisição dos ativos móveis da Oi por suas concorrentes Claro, Vivo e Tim, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) poderá utilizar o prazo máximo de 330 dias. O período, que é próximo de um ano, poderá representar prejuízo adicional de bilhões de reais, tornando o negócio ainda mais complicado. O prazo teria início após o leilão judicial desses ativos, que está previsto para o 4T20. Com este cenário, uma posição final do Cade só seria divulgada no final de 2021.
Desse modo, a empresa seguiria com má saúde financeira por mais um ano inteiro, e isto aumenta seu risco de quebra.
A Oi fechou 2019 com prejuízo líquido de R$ 9 bilhões.

“Negativo. Devido ao longo prazo de análise do Cade à respeito da venda dos ativos móveis da Oi para suas concorrentes, a companhia ainda deverá contar com mais um ano inteiro com dificuldades financeiras, a espera de uma posição do Conselho, que será divulgada apenas no final de 2021.

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