Usamos cookies para segurança, melhor experiência e personalização de conteúdo de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Clique em "Configurar cookies" para gerenciar suas preferências.

X

Para "Aceitar", selecione os itens e clique no botão abaixo:

Mercado secundário de debêntures bate recorde de ativos líquidos em dezembro

Data de criação:

access_time 16/01/2020 - 11:17

Data de atualização:

access_time 16/01/2020 - 11:17
format_align_left 1 minuto de leitura

Quer saber como investir?

Abra AGORA sua conta no banco digital dos investidores

QUERO ABRIR MINHA CONTA

O número de debêntures consideradas líquidas no mercado secundário alcançou recorde em dezembro de 2019. De acordo com a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), as 84 séries registradas no período representam o maior resultado mensal desde 2012. Em relação a novembro, por exemplo, houve alta de 38%. O avanço puxou para cima a média mensal de ativos líquidos em 2019, que totalizou 46 debêntures, ante 25 em 2018. São considerados líquidos os ativos que têm, em média, um negócio por dia, volume de R$ 1 milhão negociado por dia e que passam pelo menos a metade do mês em negociação.

Os títulos com remuneração atrelada ao DI e ao DI + spread foram os responsáveis por boa parte desta alta. As debêntures indexadas ao DI consideradas líquidas passaram de sete, em novembro, para 17 séries, em dezembro, enquanto os papéis atrelados ao DI + spread saltaram de três para 13.

Esse crescimento está relacionado ao ajuste dos preços dos papéis em novembro, quando o IDA-DI (índice da ANBIMA que mede o desempenho das debêntures remuneradas pelo DI) registrou queda de 0,07%. O movimento de adaptação nos preços dos papéis promoveu retomada da demanda por parte dos investidores no mês seguinte, aumento no número de negócios e valorização de 0,43% no IDA-DI.

Redação

Pretende diversificar a
sua carteira
de investimentos?