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Mercados asiáticos fecham a semana no vermelho

Data de criação:

access_time 04/09/2020 - 09:50

Data de atualização:

access_time 04/09/2020 - 09:50
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Os mercados asiáticos fecharam no vermelho nesta sexta-feira, com os investidores acompanhando os desempenhos de Wall Street. Além disso, o radar também ficou na China, que estaria interessada em reconstruir a infraestrutura do Tibete.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 1,25% aos 24.695. O índice Xangai, China, ficou em queda de 0,87% aos 3.355. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 0,49% a 2.290 e o ChiNext ficou em queda de 0,48%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 1,11% aos 23.205. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,87% aos 2.509. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 1,63% aos 38.357. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 0,94% a 12.637. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 3,06% aos 5.925. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 1,15% a 2.368 pontos.

De acordo com a publicação da Reuters, com fontes familiarizadas ao assunto, a China estaria planejando um aporte em mais de 1 trilhão de yuans (US$ 146 bilhões) para acelerar o setor de infraestrutura do Tibete, incluindo projetos novos e anunciados anteriormente. O esforço seria para intensificar o desenvolvimento da empobrecida região sudoeste. Pequim também estaria com a intenção de reforçar a segurança na fronteira, isso depois do aumento das tensões com a Índia nos últimos meses e que se intensificou nessa semana, disseram duas das fontes.

Já a agência de notícias oficial da China, Xinhua, escreveu que durante uma reunião do Partido Comunista para discutir o futuro governo do Tibete, o presidente Xi Jinping elogiou as realizações e os oficiais da linha de frente, mas disse que mais esforços são necessários para enriquecer, rejuvenescer e fortalecer a unidade na região.

Ainda na sessão desta sexta-feira, os investidores também acompanharam a agenda carregada do dia anterior, em especial o setor de trabalho dos Estados Unidos e também de serviços da China.

Por fim, sobre as relações entre a China e os Estados Unidos, o presidente chinês endureceu nas declarações acrescentando que “nunca aceitará intervenção externa no seu país.”

Na agenda, a Austrália mostrou que devido aos impactos da COVID-19 as estimativas das vendas no varejo, com ajuste sazonal, subiram 3,2% em julho de 2020. O resultado vem depois da alta de 2,7% em junho e de 16,9% em maio de 2020.

As indústrias ligadas ao setor cresceram, em termos dessazonalizados, em julho de 2020. O varejo de bens domésticos subiu 4,0%, os demais 4,4%, cafés, restaurantes e serviços de alimentação para viagem subiram 4,9%, varejo de alimentos, alta de 1,2%, comércio varejista de roupas, calçados e acessórios pessoais, alta de 7,1% e lojas de departamentos, alta de 4,0%.

*Por Ivonéte Dainese de relatórios oficiais e com agências

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