Usamos cookies para segurança, melhor experiência e personalização de conteúdo de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Clique em "Configurar cookies" para gerenciar suas preferências.

X

Para "Aceitar", selecione os itens e clique no botão abaixo:

Mercados asiáticos fecham no vermelho com atenção para a COVID-19

Data de criação:

access_time 21/09/2020 - 10:52

Data de atualização:

access_time 21/09/2020 - 10:52
format_align_left 2 minutos de leitura

Quer saber como investir?

Abra AGORA sua conta no banco digital dos investidores

QUERO ABRIR MINHA CONTA

As bolsas asiáticas fecharam no vermelho nesta segunda-feira. As atenções dos investidores ficaram nos resultados de Wall Street e, principalmente, no aumento de novos casos de coronavírus no Reino Unido.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 2,06% aos 23.950. O índice Xangai, China, ficou em queda de 0,63% aos 3.316. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 0,52% a 2.208 e o ChiNext ficou em queda de 0,95%. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,48% aos 2.485. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 2,09% aos 38.034. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 0,63% a 12.795. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,71% aos 5.822. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 0,95% a 2.389 pontos. O Japão ficou fechado com feriado.

Os investidores mantiveram as atenções nos aumentos dos casos de coronavírus no Reino Unido, com o governo se preparando para anunciar novas medidas de isolamento. Considerando também uma segunda onda da pandemia, a Espanha já adotou medidas restritivas para Madri e região. As expectativas estão voltadas para as empresas farmacêuticas e as produções de vacinas.

Os infectologistas alertaram que ainda é muito cedo para falar em recuperação na atividade econômica à medida que o número de infecções aumenta nos Estados Unidos, Brasil e em outros países. A doença levou a economia global para a maior recessão desde 1930.

A cautela nesta segunda-feira também ocorreu com a tensão Estados Unidos -China sobre comércio, tecnologia e segurança.

A Casa Branca disse na sexta-feira que proibiria os downloads dos populares aplicativos chineses TikTok e WeChat, alegando preocupações com a segurança.

No sábado, um juiz federal concordou em adiar as restrições ao WeChat, alegando que poderia interferir na liberdade de expressão. No mesmo dia, o presidente Donald Trump endossou um acordo para o TikTok, uma unidade da ByteDance da China, para formar uma empresa nos Estados Unidos com a Oracle Corp. e o Walmart.

O presidente Trump disse que deu sua “bênção”, considerando que a nova empresa provavelmente terá sede no Texas.

Por fim, o primeiro-ministro do Japão Yoshihide Suga teve a primeira conversa com Trump. A ligação diplomática entre os dois líderes foi cheia de cumprimentos e promessas de estreito vínculo entre os aliados.

Suga foi eleito o novo primeiro-ministro do Japão na última quarta-feira, substituindo Shinzo Abe, que estreitou laços pessoais e manteve reuniões e telefonemas regulares com Trump. Abe deixou o cargo devido a problemas de saúde depois de quase oito anos no cargo.

*Tradução ID com agências internacionais e relatório oficial

Pretende diversificar a
sua carteira
de investimentos?