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Mercados Asiáticos ficam divididos com dados da China e debate nos EUA

Data de criação:

access_time 30/09/2020 - 09:51

Data de atualização:

access_time 30/09/2020 - 09:51
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As bolsas da Ásia fecharam sem direção nesta quarta-feira, com os investidores analisando o resultado do primeiro debate entre os dois presidenciáveis dos Estados Unidos, Joe Biden (Democrata) e Donald Trump (Republicano). Os dados de manufatura da China ajudaram a manter o humor em parte dos mercados.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em alta de 0,79% aos 23.459. O índice Xangai, China, ficou em queda de 0,20% aos 3.218. O índice Shenzhen Composite ficou estável a 2.149 e o ChiNext ficou em alta de 0,44%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, caiu 1,50% a 23.459. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,20% aos 3.218. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 0,25% aos 38.067. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 0,38% a 12.515. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 2,29% aos 5.815. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 0,86% a 2.327 pontos.

Os principais mercados acionários asiáticos ficaram divididos entre ganhos modestos e pequenas perdas. A cautela permanece com o avanço do coronavírus nos Estados Unidos e em vários países europeus.

Os investidores também acompanharam o debate entre Trump-Biden, que foi considerado pelos analistas como fraco, sem propostas e voltado apenas para ataques pessoais.

A atmosfera era antagônica, como o esperado, mas para os eleitores ainda indecisos sobre quem lidaria melhor com as múltiplas crises que assolam o país, o confronto pode não ter oferecido nada de novo.

Na China, o Índice do Gerente de Compras – PMI de manufatura para o mês de setembro ficou em 51,5, em comparação com 51,0 em agosto e acima da estimativa de 51,3, de acordo com o Departamento Nacional de Estatísticas. As leituras do PMI acima de 50 indicam expansão, enquanto aquelas abaixo desse sinal de contração.

O PMI de Serviços ficou em 55,9 para o mês de setembro, em comparação com 55,2 para agosto.

Já os dados medidos pelo Caixin para o Índice de Gerente de Compra, sazonalmente ajustado, caiu de 53,1 em agosto para 53,0 em setembro, para sinalizar uma melhoria sólida adicional na saúde do setor.

No Japão, a produção industrial aumentou 1,7% no comparativo mensal para 88,7. Por indústria, automobilística, a indústria de aço, metais não ferrosos, peças eletrônicas, indústria de dispositivos, etc. aumentaram. Enquanto isso, a indústria de máquinas de produção, indústria de máquinas elétricas, de informação e comunicação, indústria de produtos processados ​​de papel, celulose, etc. diminuiu.

As remessas subiram 2,1% para 87,6 no comparativo mensal. Os estoques caíram 1,4% no comparativo mensal para 97,9. De acordo com a pesquisa de setembro, a alta foi de 5,7% no comparativo mensal e outubro, 2,9% no comparativo mensal. A relação estoque caiu 2,5% para 122,5. Os dados são do Ministério da Terra.

No Japão, as vendas de varejo em agosto ficaram em 40,812 bilhões de ienes, queda de 12,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Por vendas, o comércio por atacado foi de 28.393 bilhões de ienes, queda de 16,6%. O setor de varejo ficou em 12,419 bilhões de ienes, queda de 1,9% ano a ano. O aumento das vendas comerciais em relação ao mês anterior, com ajuste sazonal, ficou em 1,4%. A indústria atacadista cresceu 0,8% e a indústria varejista, 4,6%. Os dados são do Governo Japonês.

Na Austrália, o número de licenças para construir caiu 1,6% em agosto, em termos dessazonalizados. A queda foi impulsionada por residências do setor privado, excluindo casas, queda em 11,0%. As licenças para casas do setor privado aumentaram 4,8% em agosto, impulsionadas pela força na Austrália Ocidental e Queensland.  Os dados são do Governo da Austrália.

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