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Mercados asiáticos ficam no azul com acordo comercial no radar

Data de criação:

access_time 10/01/2020 - 09:48

Data de atualização:

access_time 10/01/2020 - 09:48
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Os mercados acionários asiáticos fecharam as negociações desta sexta-feira com ganhos. Os investidores ficaram atentos para os recordes de Wall Street e também para a assinatura do acordo comercial com os Estados Unidos e a China na “Fase 1”.

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em alta de 0,27% a 28.638 e o índice Shenzhen Composite ficou em queda de 0,15% a 1.797. O índice Xangai ficou em queda de 0,08% a 3.092. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou estável a 3.247. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,47% aos 23.850. O índice S&PASX 200, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,80% a 6.929. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 0,91% a 2.206. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 0,36% aos 41.599. O índice regional MSCI Asia Pacific subiu 0,40% no pregão de hoje.

Em Tóquio, entre as ações com ganhos ficaram as da FamilyMart, alta em 2,82%, as da Fanuc, ganho de 2,35%, e as da Fujifilm, com avanço de 2,13%. No contraponto ficaram as ações da Fast Retailing, queda em 2,78%.

Em Hong Kong, as ações da Tencent subiram 2,21% e as do Sunny Optical ganharam  0,71%. Na contramão ficaram as ações da PetroChina, queda de 2,20%, e as da CNOOC, queda de 1,02%.

Na Coreia do Sul, as ações da Hyundai Motor ganharam 1,79% e as da Apple subiram 2,12%.

Na Austrália, as ações da Oil Search Ltd subiram 2,06% e as do Commonwealth Bank ficaram com ganhos de 1,24%.

No Japão, os gastos do consumidor caíram no Japão em outubro, com o imposto sobre vendas subindo de 8% para 10%. A queda nos gastos das famílias foi quase tão ruim quanto em 2014, quando o imposto sobre vendas foi aumentado pela última vez, provocando uma recessão. O crescimento continua sob pressão dos atritos comerciais que tiveram um efeito devastador sobre os fabricantes em todo o mundo, principalmente na indústria automobilística. Os dados são do Departamento de Estatísticas do Japão.

Na Austrália, as vendas no varejo ficaram muito mais fortes do que o esperado em novembro, no que parece ser uma combinação das vendas da ‘Black Friday’ e algum efeito retardado das medidas de estímulo à política.

As vendas totais no varejo aumentaram 0,9%, muito acima das expectativas de um ganho de 0,4% e o resultado mensal mais forte desde novembro de 2017. O crescimento anual aumentou para 3,2% ao ano. Os dados são do Departamento de Estatísticas Australiano.

Grande parte disso reflete a crescente popularidade do evento de vendas da ‘Black Friday’, embora os detalhes sugiram que o varejo tradicional também registrou um forte ganho que seria consistente com algum efeito atrasado das recentes medidas de estímulo – os pagamentos de compensação de impostos que saíram no terceiro trimestre e cortes nas taxas de juros em junho, julho e outubro. O valor combinado disso deve adicionar cerca de US $ 16,6 bilhões à renda disponível das famílias durante o ano até junho de 2020, mas até agora não havia visto praticamente nenhum fluxo para os gastos. Em dólar, o ganho relativamente forte de novembro nas vendas no varejo ainda vale apenas US $ 250 milhões.

Tradução ID com agências internacionais e relatórios oficiais

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