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Mercados asiáticos ficam no vermelho com a saúde da China

Data de criação:

access_time 28/01/2020 - 09:32

Data de atualização:

access_time 28/01/2020 - 09:32
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As ações asiáticas derraparam novamente na terça-feira devido a preocupações mais profundas com o surto de um novo vírus na China.

Na Ásia, ao final, o índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 1,81% a 3.181. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,55% aos 23.215. O índice S&PASX 200, bolsa de Sidney, ficou em queda de 1,35% a 6.994. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 0,46% aos 40.966. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 0,24% a 12.118. O índice Kospi, bolsa da Coreia do Sul, caiu 3,09% aos 2.176.

A China prolongou seu feriado nacional em três dias, para que os escritórios reabram na próxima segunda-feira. O feriado de Xangai foi prorrogado até 9 de fevereiro.

Os índices de Wall Street recuaram forte depois que a China anunciou um aumento acentuado nos casos do vírus.

As companhias aéreas, resorts e outras empresas que dependem de viagens e turismo sofreram grandes perdas. Os preços do ouro subiram, assim como os títulos, enquanto os comerciantes buscavam refúgio em propriedades mais seguras.

Pelo último levantamento, o vírus se espalhou para uma dúzia de países, incluindo os Estados Unidos. Além da ameaça à vida e à saúde das pessoas, os investidores estão preocupados com quanto dano o vírus causará nos lucros para empresas em todo o mundo.

Mesmo estando a milhares de quilômetros de Wuhan, a economia global interconectada significa que as empresas americanas têm muitos clientes e fornecedores na China. É a segunda maior economia do mundo e representa 6% de toda a receita das empresas S&P 500 nos últimos 12 meses. Isso quase o dobro de qualquer outro país além dos Estados Unidos, de acordo com o FactSet.

A agenda da região estava vazia.

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