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Mercados asiáticos permanecem no vermelho com a COVID-19

Data de criação:

access_time 19/03/2020 - 10:29

Data de atualização:

access_time 19/03/2020 - 10:29
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As bolsas de valores da Ásia mantiveram as perdas nesta quinta-feira. Os índices de Wall Street derreteram, o que acabou pressionando ainda mais os índices asiáticos. Nem mesmo as volumosas injeções de dinheiro anunciadas pelos líderes globais estão conseguindo animar os investidores.

Ao final, o índice Hang Seng da bolsa de Hong Kong ficou em queda de 2,61% a 21.709 e o índice Shenzhen Composite ficou em alta de 0,28% a 1.682. O índice Xangai ficou em queda de 0,98% a 2.702. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 4,73% a 2.311. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 1,04% aos 16.552. O índice S&PASX 200, bolsa de Sidney, ficou em queda de 3,44% a 4.782. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 8,39% a 1.457. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 2,01% os 28.288. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 5,83% aos 8.681. O MSCI Asia Pacific caiu -2,6%.

As ações caíram em Tóquio e em quase todos os outros mercados asiáticos, enquanto os investidores corriam para converter as participações em dinheiro, preparando-se para uma recessão prolongada induzida por coronavírus.

O iene estava sendo depreciando -0,95%, cotado a ¥/US$ 109,12, enquanto o yuan cai -0,75% diante do dólar, cotado a 7,1003.

A China reportou 34 novos casos da COVID-19 hoje, mas com os casos importados de outros países, ou seja, a transmissão local foi zerada. Hoje, o Politburo chinês mandou acelerar a normalização da atividade em locais de baixo risco.

Na Austrália, o índice principal da bolsa de Sidney caiu 3,4%, depois que o banco central anunciou que estava cortando sua taxa de juros em 0,25 ponto percentual, para um recorde de 0,25%, entre outras medidas.

Na Índia, o Sensex, que é da bolsa de Bombaim, também derreteu depois de resistir às quedas recentes das demais.

No Japão, a taxa anual de inflação do consumidor caiu em fevereiro devido a uma rápida queda nos preços da energia, segundo dados do Ministério de Assuntos Internacionais e Comunicação divulgados hoje. O índice médio nacional de preços ao consumidor (excluindo alimentos frescos) subiu 0,6% a / a em fevereiro, em linha com a previsão mediana do MNI e mais lento que o ganho anterior de 0,8% a / a . O aumento marca o 38º aumento mensal direto.

Na Austrália também foram apresentados indicadores.

Tradução ID de agências internacionais e relatórios oficiais

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