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Mercados asiáticos seguiram no vermelho com tensão Irã, Iraque e EUA

Data de criação:

access_time 06/01/2020 - 11:05

Data de atualização:

access_time 06/01/2020 - 12:05
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As bolsas de valores asiáticas fecharam no vermelho nesta segunda-feira, com os desdobramentos da escalada da tensão no Oriente Médio com a morte do general iraniano na última quinta-feira (02) em operação militar ordenada pelos Estados Unidos.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 0,79% a 28.226 e o índice Shenzhen Composite ficou em alta de 0,44% a 1.768. O índice Xangai ficou estável a 3.083. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,62% a 3.218. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 1,91% aos 23.204. O índice S&PASX 200, bolsa de Sidney, ficou estável a 6.735. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 0,98% a 2.155. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 1,90% aos 40.676. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 1,30% a 11.953. O índice MSCI Asia Pacific registrou perda de 1%, a maior desde 26 de agosto.

Embora a tensão geopolítica no Oriente Médio tenha prejudicado ao apetite ao risco, a forte alta do petróleo favoreceu as cotações das ações de petrolíferas nos mercados chineses.

Na última sexta-feira (03), o mundo entrou em alerta com a morte do general Qassem Soleimani, chefe da Força Quds de elite do Irã, em um ataque aéreo no aeroporto internacional de Bagdá. A decisão ordenada pelos Estados Unidos provocou expectativas de retaliação iraniana contra alvos dos Estados Unidos e Israel.

Logo depois de anunciado o ataque, o líder supremo do Irã Ali Khamenei prometeu vingar a morte do general e declarou três dias de luto nacional.

Hoje, com o funeral de Soleimani, os líderes globais se manifestaram sobre o cenário, enquanto os Estados Unidos seguem ameaçando com mais ataques e pressionando o Iraque com sanções, caso as forças americanas sejam expulsas daquele país.  Trump disse que as tropas não partiriam em “uma base muito amigável” e os Estados Unidos cobrariam o Iraque de sanções “como nunca viram antes”.

No Japão, em seu primeiro pregão do ano, depois do feriado de fim de ano, o índice acionário Nikkei caiu, pressionado em especial por ações do setor financeiro e valorização da moeda japonesa

Em paralelo ao clima global, o Japão segue questionando a fuga de Carlos Ghosn, ex-CEO da Nissan. O ministro da Justiça do Japão prometeu reforçar as verificações nas fronteiras e revisar as condições da fiança depois que Ghosn escapou do país e fugiu para o Líbano. Ghosn estava aguardando julgamento por acusações de má conduta financeira.

Em Tóquio, as ações da Inpex Corp subiram 4,09%, J. Front Retaling Co., alta de 3,59%.

Em Xangai, as ações da Gansu Ronghua Industry Group subiram 10,08% e as da Chifeng Jilong Gold Mining Co subiram 10,08.

Em Hong Kong, as ações da PetroChina Co. subiram 3,96%, as da CNOOC subiram 3,63%, as da China Life Insurance Co. subiram 1,63% e as da Sands China ficou em alta de 1,30%.

No Japão, o índice PMI do Jibun Bank Japan Manufacturing – um indicador composto individual de desempenho de fabricação – caiu para 48,4 em dezembro, de 48,9 em novembro, indicando uma oitava deterioração consecutiva nas condições de negócios em todo o setor manufatureiro japonês. Além disso, a taxa de declínio foi a mais acentuada nos últimos três anos e meio, comparável à observada em outubro e arredondada o pior desempenho trimestral desde o segundo trimestre de 2016.

Na China, os dados do PMI Caixin China Composite – que cobrem fabricação e serviços – apontaram para outro forte aumento na atividade comercial total da China em dezembro. No entanto, a taxa de crescimento diminuiu desde novembro, com o Índice de Produto Composto caindo de uma alta de 21 meses de 53,2 para 52,6 no final do ano. Dados subjacentes mostraram que a atividade comercial continuou a se expandir nos setores de manufatura e serviços, com os primeiros observando a taxa de crescimento mais acentuada. A produção manufatureira aumentou solidamente no geral, apesar da taxa de aumento diminuir para um mínimo de três meses.

Tradução ID com agências internacionais e relatórios oficiais

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