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Mercados da Ásia fecham no vermelho

Data de criação:

access_time 08/03/2021 - 10:49

Data de atualização:

access_time 08/03/2021 - 10:49
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Os investidores asiáticos mantiveram a cautela nas negociações desta segunda-feira (08/03). As atenções estavam voltadas para os Estados Unidos, com os índices de inflação subindo novamente. O dia foi de agenda enfraquecida, com apenas os bancos centrais da região realizando reuniões.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em queda de 1,92% aos 28.743 pontos. O índice Xangai, China, ficou em queda de 0,42% aos 3.421 pontos. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 3,24% a 2.224 pontos e o ChiNext (ETF) ficou em queda de 4,99%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,42% aos 28.743. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em alta de 1,90% aos 3.071. O índice Sensex, bolsa de Mumbai, Índia, ficou estável aos 50.441. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,74% aos 6.710. O índice Kospi, bolsa de Seul, ficou em queda de 1,0% aos 2.996. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou estável aos 15.820. O índice regional de ações, MSCI Asia Pacific, caiu 1,1%.

A volta da inflação nos Estados Unidos ficou em destaque nas bolsas da região asiática nesta segunda-feira (08), o que obrigaria os bancos centrais a reverter medidas de estímulo monetários promovidos com a pandemia de coronavírus.

Na China, a meta de crescimento econômico apresentada na semana passada, menor do que o esperado para 2021, também pesou no sentimento.

Na última sexta-feira, a China estabeleceu uma meta modesta de crescimento econômico anual, acima de 6%, que ficou significativamente abaixo do consenso dos analistas.

No Japão, os investidores ajustaram, enquanto olhavam para os indicadores dos Estados Unidos e também com os rendimentos dos títulos.

No Japão, o índice que mede a atividade econômica futura ficou no nível mais elevado em dois anos e meio em janeiro, segundo dados preliminares do Gabinete do Governo. O índice subiu para 99,1 em janeiro, de 97,7 em dezembro. Em setembro de 2018, o índice era de 99,2.

O índice coincidente caiu para 91,7 em janeiro, de 88,2 no mês anterior. Esta foi a leitura mais alta desde fevereiro do ano passado. O índice defasado subiu para 91,9 em janeiro, de 90,8 no mês anterior. Esta foi a leitura mais alta desde julho do ano passado.

*Ivonéte Dainese com Reuters e relatórios oficiais

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