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Mercados da Ásia ficam com ganhos com indicadores e EUA

Data de criação:

access_time 11/03/2021 - 10:38

Data de atualização:

access_time 11/03/2021 - 10:38
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Na Ásia, as bolsas subiram nesta quinta-feira (11), com os investidores digerindo a aprovação do pacote de US$1,9 trilhão nos Estados Unidos. O setor corporativo e os dados da China também ajudaram no desempenho.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em alta de 1,65% aos 29.385 pontos. O índice Xangai, China, ficou em alta de 2,36% aos 3.436 pontos. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 2,36% a 2.216 pontos e o ChiNext (ETF) ficou em alta de 2,59%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,60% aos 29.211 pontos. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em alta de 0,85% aos 3.106 pontos. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou estável aos 6.713. O índice Kospi, bolsa de Seul, ficou em alta de 1,88% aos 3.013. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 1,68% aos 16.179. O índice regional de ações MSCI Asia Pacific ficou em alta de 0,20%. A bolsa de Mumbai não operou nesta sessão.

Como em todas as bolsas globais, a aprovação do pacote de US$1,9 trilhão pela Câmara de Representantes dos Estados Unidos também ficaram no foco dos investidores da região.

Na China, as ações voltaram para o azul nesta quinta-feira. Os dados de empréstimos bancários ficaram melhores que o esperado de fevereiro.

Os novos empréstimos denominados em yuan da China totalizaram 1,36 trilhão de yuans (US$ 208,89 bilhões) em fevereiro, aumento anual de 452,9 bilhões de yuans, mostraram os dados do Banco Popular da China (BPoC).

Na sequência seguiu o Japão, com o bom humor elevando o Nikkei. As transações entre as empresas também pesaram no sentimento do investidor.

No Japão, os preços no atacado caíram em fevereiro pelo 3º mês consecutivo. A queda anual de 0,7% no índice de preços de bens corporativos, que mede o preço que as empresas cobram entre si por seus bens e serviços, segue uma queda anual de 1,5% em janeiro, mostraram dados do Banco do Japão.

Na Austrália, a taxa de inflação esperada (média aparada de 30%), relatada na Pesquisa do Instituto de Melbourne sobre Expectativas de Inflação e Salário do Consumidor, aumentou 0,4 pontos percentuais em março para 4,1%. A distribuição das respostas também revela que a proporção de entrevistados que esperam um aumento nos preços aumentou 1,4 p.p em março, para 58,0%.

Em termos de remuneração total, o crescimento ao longo do ano até março de 2021 foi de -0,3%, 0,1 p.p acima do crescimento registrado no mês passado. Em março, 27,2% dos entrevistados relataram um aumento no pagamento total, enquanto 23,6% relataram uma queda. Esperava-se que o pagamento total crescesse 0,9 %.

*Ivonéte Dainese com relatórios oficiais

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