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Mercados da Ásia ficam divididos com dados do Japão

Data de criação:

access_time 19/08/2020 - 09:41

Data de atualização:

access_time 19/08/2020 - 09:41
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As bolsas asiáticas ficaram novamente divididas nesta quarta-feira. Os investidores, como sempre, acompanharam Wall Street, depois que o S&P bateu novo recorde.

Ao final, o índice Xangai, China, ficou em queda de 1,24% aos 3.408. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 1,95% a 2.253. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,26% aos 23.110. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,08% aos 2.561. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 0,22% aos 38.614. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 0,73% aos 12.778. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,72% aos 6.167. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 0,52% a 2.360 pontos. Os mercados em Hong Kong foram fechados por conta de uma tempestade tropical.

No Japão, o Nikkei 225 ficou em alta, mesmo com os dados mostrando que as exportações em julho caíram 19,2% em relação ao ano anterior. Porém, os dados ficaram melhores do que a queda de 26,2% em junho e um pouco melhor do que o esperado, enquanto um aumento de 8,2% nas exportações para a China foi o primeiro desde o início de 2019 e sugere que a recuperação está ajudando a compensar a fraca demanda para outros mercados.

A queda de quase 21% nas exportações para os Estados Unidos foi muito melhor do que a queda de 50,6% em maio, com a forte demanda por tecnologia permitindo que as pessoas trabalhassem em casa ajudando a sustentar as exportações de chips de computador e maquinários elétricos.

As preocupações com as tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China, que ameaçam perturbar ainda mais o comércio entre as duas maiores economias, puxaram o índice Shanghai Composite para baixo.

As ações das empresas de tecnologia seguem recuadas nos mercados da região com os temores de que a China possa retaliar os Estados Unidos em defesa da Huawei, da ByteDance, dona da Tik Tok, bem como de outras gigantes chinesas do setor.

No Japão, o valor total dos pedidos de máquinas recebidos por 280 fabricantes que operam no país diminuiu 8,4% em junho em relação ao mês anterior em uma base com ajuste sazonal. No período abril-junho, a queda foi de 17,7% em relação ao trimestre anterior.

As encomendas de máquinas do setor privado, excluídas as voláteis para navios e das empresas de energia elétrica, recuaram 7,6% na série com ajuste sazonal em junho, e apresentaram queda de 12,9% no período abril-junho.

Na Austrália, a taxa de crescimento anualizada no primeiro semestre do Westpac-Melbourne Institute Leading Index, que indica o ritmo provável da atividade econômica em relação à tendência de três a nove meses no futuro, aumentou de menos 4,43% em junho para menos 4,37% em julho.

*Por Ivonéte Dainese de relatórios oficiais e com agências

 

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