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Mercados da Ásia ficam divididos e PIB do Japão fica no radar

Data de criação:

access_time 09/03/2021 - 10:29

Data de atualização:

access_time 09/03/2021 - 10:29
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Os mercados de ações da Ásia ficaram sem direção nesta terça-feira (09/03), com os investidores analisando os desempenhos dos demais globais e, ao mesmo tempo, digerindo os dados econômicos.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em alta de 0,81% aos 28.773 pontos. O índice Xangai, China, ficou em queda de 1,82% aos 3.359 pontos. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 2,84% a 2.160 pontos e o ChiNext (ETF) ficou em queda de 3,21%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,99% aos 29.027 pontos. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em alta de 1,22% aos 3.108 pontos. O índice Sensex, bolsa de Mumbai, Índia, ficou em alta de 1,16% aos 51.025 pontos. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,47% aos 6.771. O índice Kospi, bolsa de Seul, ficou em queda de 0,67% aos 2.976. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 0,21% aos 15.853. O índice regional MSCI Asia Pacific caiu 0,2%.

Na Ásia, a exemplo dos demais, os agentes estão esperando os leilões do Tesouro americano que ocorrem nessa semana a partir de hoje para ver qual o rumo dos juros futuros.

O índice de ações de referência da China ficou perto de uma correção, com as blue-chip despencando para uma baixa de 12 semanas, com os investidores preocupados com a perspectiva de aperto das políticas, apesar da desaceleração da recuperação econômica.

Já no Japão, a alta da bolsa de Tóquio ocorreu devido à desvalorização do iene, que está sendo negociado em ¥/US$ 108,69, uma apreciação leve hoje, mas ainda próximo das mínimas em meses. O PIB do país também ficou entre os destaques do dia.

O Japão, o produto interno bruto – PIB cresceu 11,7% anualizado em relação ao trimestre anterior nos três meses até dezembro. Os dados são do Gabinete do Governo.

Em bases não anualizadas, o PIB cresceu 2,8% em relação ao trimestre anterior, ante expansão de 3% projetada por analistas. O PIB nominal cresceu 2,3%, mas os economistas esperavam 2,5%. O consumo privado aumentou 2,2% em relação ao trimestre anterior, em linha com o número preliminar e projeções de economistas.

Os gastos das famílias caíram no início da retomada da emergência em 6,1% pior do que o esperado em janeiro em relação ao ano anterior e marcando o segundo mês consecutivo de queda. O gasto com duas ou mais pessoas foi de 267.760 ienes (US $ 2.400), disse o Ministério de Assuntos Internos e Comunicações. Em dezembro, o indicador recuou 0,6%.

O investimento empresarial cresceu 4,3%. Os analistas previram um aumento de 4%, em comparação com o resultado preliminar de 4,5% depois que os dados de gastos de capital do Ministério das Finanças divulgados na semana passada foram mais fracos do que o esperado.

Os estoques subtraíram 0,6 ponto percentual do PIB, em comparação com uma subtração de 0,4 ponto percentual esperada pelos economistas.

Os ganhos em dinheiro do trabalho caíram 0,8% em janeiro, em comparação com uma previsão de perda de 1,7% pelos analistas. Ajustados pela inflação, os salários gerais caíram 0,1%.

As exportações líquidas de bens e serviços contribuíram com 1,1 ponto percentual para o crescimento não anualizado do PIB.

*Ivonéte Dainese com relatórios oficiais

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