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Mercados da Ásia ficam no vermelho

Data de criação:

access_time 26/02/2021 - 10:47

Data de atualização:

access_time 26/02/2021 - 10:47
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Na carona com os demais mercados acionários, as bolsas de ações da Ásia escorregaram nesta sexta-feira (26). A forte aversão ao risco ocorreu com os rendimentos dos Treasuries dos Estados Unidos, que vêm pressionando nos últimos dias.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em queda de 3,64% aos 28.980 pontos. O índice Xangai, China, ficou em queda de 2,12% aos 3.509 pontos. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 1,79% a 2.293 pontos e o ChiNext (ETF) ficou em queda de 1,95%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 3,99% aos 28.966. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,82% aos 2.949. O índice Sensex, bolsa de Mumbai, Índia, ficou em queda de 3,80% aos 49.099. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 2,35% aos 6.673. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 2,80% aos 3.012 pontos. O índice Taiex, bolsa de Seul, ficou em queda de 3,03% aos 15.953 pontos.

A forte alta no rendimento das Treasuries, que superaram ontem 1,61% ao ano para o papel de 10 anos, reflete o crescente otimismo de que a economia global vai se recuperar, alimentou as expectativas de inflação e, ao mesmo tempo, os temores de que o Federal Reserve volte a subir os juros básicos nos Estados Unidos.

Na sequência do Fed está o Banco do Povo da China, que mantém as taxas de juros, mas analisa o desempenho econômico do país. Além disso, a pressão comercial pelos Estados Unidos sobre a China prossegue e alimenta a percepção de mudança na política monetária em breve.

O índice regional de ações MSCI Asia Pacific registrou queda de 2,0%, com ações de tecnologia registrando perdas significativas.

No Japão, as ações seguiram as demais. Os investidores estavam preocupados com a avaliação esticada do mercado. O Nikkei atingiu o menor nível em quase três semanas.

Entre as ações com ganhos ficaram as da Idemitsu Kosan, alta de 0,32% e as do SoftBank, alta de 010%. Na contramão ficaram as da Nissan Chemical, queda de 7,80%, as da Avantest, queda de 7,51%, as da Takara Holdings, queda de 6,49%.

No Japão, os números oficiais para a produção da fábrica mostraram avanços em 4,2% em janeiro. O resultado foi impulsionado pelo aumento na produção de peças eletrônicas e máquinas de uso geral, bem como um aumento menor na produção de automóveis. Os fabricantes consultados pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria (METI) esperam que a produção cresça 2,1% em fevereiro, seguida de queda de 6,1% em março.

No Japão, as vendas comerciais em janeiro de 2021 ficaram em 41.499 bilhões de ienes, uma queda de 4,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Olhando por atacado e varejo, o comércio atacadista foi de 29.402 bilhões de ienes, uma queda de 5,3% ano a ano. O setor de varejo foi de 12,97 trilhões de ienes, queda de 2,4% com relação ao ano anterior.

O aumento das vendas comerciais em relação ao mês anterior, com ajuste sazonal, foi de 0,5%. A indústria de atacado cresceu 2,1% e a indústria de varejo diminuiu 0,5%. Os dados são do Ministério da Economia, Comércio e Indústria (METI).

*Ivonéte Dainese com agências internacionais

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