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Mercados da Ásia recuam mesmo com o PIB da China em alta

Data de criação:

access_time 16/07/2020 - 10:48

Data de atualização:

access_time 16/07/2020 - 10:48
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Os mercados acionários da Ásia recuaram nesta quinta-feira. As atenções ficaram concentradas nos resultados da China, com a economia crescendo 3,2% no segundo trimestre, depois da contração de 6,8% no trimestre anterior.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 2% aos 24.970. O índice Xangai, China, ficou em queda de 4,50% aos 3.210. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 5,20% a 2.144. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,76% aos 22.770. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,95% aos 2.623. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 0,82% a 2.183. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 1,16% os 36.471. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 0,37% aos 12.157. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,69% aos 6.010.

O índice Shenzhen Composite caiu 5,20%, liderando as perdas junto com o Xangai em -4,5%.

A expansão da economia ocorreu depois da suspensão dos bloqueios nas fábricas e lojas. Mas o número positivo ainda está mais fraco desde que a China começou a registrar crescimento trimestral no início dos anos 90. Impactaram também no desempenho das bolsas locais as fracas vendas no varejo.

Na Austrália, a bolsa de valores recuou com as autoridades informando que o estado de Victoria confirmou um registro recorde de 317 novos casos de coronavírus em um dia.

O governo de Victoria respondeu reduzindo o número de cirurgias não urgentes permitidas nos hospitais para aumentar os leitos disponíveis para pacientes com COVID-19, disse a ministra da Saúde Jenny Mikakos.

As ações avançaram em todo o mundo nesta quarta-feira, depois que os pesquisadores anunciaram que uma vacina desenvolvida pelos Institutos Nacionais de Saúde e pela Moderna acelerou o sistema imunológico das pessoas nos primeiros testes, como esperado.

Na China, o PIB cresceu 3,2% no 2T20, depois da contração de 6,8% no 1T20 e é muito melhor do que o de menos 3,1% a /a.

A produção industrial, um indicador de manufatura, mineração e serviços públicos, aumentou 4,8% em junho, depois da alta de 4,4% em maio.  As vendas no varejo caíram 1,8%, melhor do que o declínio de 2,8% de maio.

O crescimento líquido das exportações foi mais rápido em 8,8% a /a no 2T20, devido ao menor crescimento nas exportações e importações. A demanda externa parece ter se recuperado, como mostra os dados de junho e, esperançosamente, isso formará um caminho de recuperação para o segundo semestre de 2020.

O investimento em ativos fixos, um indicador de gastos em infraestrutura, propriedades, máquinas e equipamentos, caiu 3,1% nos primeiros seis meses do ano, uma melhoria em relação à queda de 6,3% nos primeiros cinco meses.

Na Austrália, a taxa esperada de inflação na Pesquisa do Instituto de Expectativas Inflacionárias e Salariais do Instituto Melbourne caiu 0,1 p.p em julho para 3,2%. A proporção de entrevistados que esperam um aumento nos preços também caiu 0,7 p.p em julho e está abaixo de 50% pelo terceiro mês consecutivo.

O crescimento total dos salários ao longo do ano até junho de 2020 foi negativo pelo segundo mês consecutivo em -0,1%. Em julho, apenas 28,9% dos entrevistados relataram um aumento no salário total, enquanto 22,2% relataram uma queda. Esperava-se que o salário total crescesse apenas 0,5% ao longo do ano, sugerindo um pessimismo geral sobre o crescimento futuro dos salários. O índice de opinião do consumidor caiu 6,1%, para 87,9 em julho, ante 93,7 em junho.

Tradução ID de relatórios oficiais e com agências internacionais

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