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Mercados europeus recuam com Covid-19 e BCE mantém a taxas de juros

Data de criação:

access_time 21/01/2021 - 16:15

Data de atualização:

access_time 21/01/2021 - 16:15
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Os índices das principais bolsas da Europa recuaram nesta quinta-feira (21). O foco permaneceu nos Estados Unidos, com o presidente Joe Biden assinando ordens executivas e trazendo novamente o país para o Acordo de Paris, para a Organização Mundial da Saúde e traçando um plano nacional de vacinação. Além disso, o fim da reunião do Banco Central Europeu – BCE também ficou entre os destaques.

Ao final, o índice Stoxx Europe 600 fechou estável aos 410.89 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 0,37% aos 6.715 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em queda de 0,11% aos 13.906 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 0,67% aos 5.590 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,98% aos 22.428 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 1,00% aos 8.122 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 0,28% a 5.055 pontos.

A posse do presidente dos Estados Unidos Joe Biden ajudou a manter o humor dos negociadores. O discurso de Biden, mais conciliador, ficou no destaque e, principalmente, com a decisão de recolocar os Estados Unidos no Acordo de Paris e na Organização Mundial da Saúde – OMS.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, considerou a decisão de Biden como “um grande dia para esta organização, e para a saúde global”.

O cancelamento dos planos de saída da OMS, após ameaça feita pelo agora ex-presidente, Donald Trump, juntamente com a anunciada incorporação dos Estados Unidos ao Covax, programa de distribuição da vacina contra a Covid-19, significa que “o mundo estará mais bem equipado” na luta contra a pandemia, disse.

Hoje, o Banco Central Europeu – BCE encerrou a reunião de política monetária. Sem novidades sobre as taxas de juros e nem no programa de compras de ativos, a presidente, Christine Lagarde, alertou que um novo aumento nos casos de coronavírus e as restrições reduziriam a atividade no curto prazo (ver detalhes abaixo).

A pandemia segue fazendo vítimas, com o Reino Unido registrando mais 1.820 mortes nas últimas 24 horas, sendo o maior número de óbitos em um único dia no país desde o início da pandemia. Entre ontem e hoje, segundo o governo, outros 38.905 novos casos foram registrados.

Por fim, entre as ações com ganhos na bolsa de Frankfurt ficaram as da Volkswagen em 2,80%, as da Daimler, alta de 1,95%, as da Continental, alta de 1,42%, e as da Siemens, alta de 1,18%. As maiores quedas ficaram com a Bayer, queda de 1,60%, as da Vonovia, queda de 1,11%, e as da Allianz, queda de 1,00%.

No Reino Unido, a produção manufatureira se estabilizou no trimestre encerrado em janeiro, após 15 meses consecutivos de queda, de acordo com a última Pesquisa de Tendências Industriais trimestral do CBI. Os volumes de produção no trimestre até janeiro ficaram praticamente estáveis de queda (-2% de -6% em dezembro).

A produção cresceu em nove dos 17 subsetores, com as expansões na produção de produtos farmacêuticos e de engenharia mecânica compensadas por uma queda nos volumes de alimentos, bebidas e tabaco. No entanto, os fabricantes esperam que a produção caia mais uma vez no próximo trimestre (-24%).

Na Europa, o Conselho do Banco Central decidiu reconfirmar a sua orientação de política monetária acomodatícia. Em primeiro lugar, a taxa de juro das operações principais de refinanciamento e as taxas de juros da facilidade permanente de cedência de liquidez e da facilidade permanente de depósito permanecerão inalteradas em 0.00%, 0.25% e -0.50%, respectivamente.

Em segundo lugar, o Conselho do BCE continuará as compras no programa de emergência para pandemia (PEPP), com total de € 1.850 bilhão mensal. O Conselho do BCE conduzirá compras de ativos líquidos no âmbito do PEPP até pelo menos o final de março de 2022 e, em qualquer caso, até que julgue que a fase de crise do coronavírus terminou.

*Por Ivonéte Dainese com Efe e relatórios

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