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No radar da Mirae Asset estão Petrobras, Rumo, Romi e WEG

Data de criação:

access_time 22/07/2020 - 09:52

Data de atualização:

access_time 22/07/2020 - 09:52
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Os analistas da Mirae Asset destacaram, para esta quarta-feira, o relatório de produção da Petrobras, os negócios da Rumo e os resultados financeiros da Ind. Romi e WEG.

PETROBRAS PN –

Informou que a produção média de óleo, LGN e gás natural no 2T20 foi de 2.802 Mboed, o que corresponde a uma produção comercial de 2.474 Mboed. Dessa forma, na comparação com o 1T20, ocorreu uma redução de 3,7% e 5,1%, respectivamente, principalmente em função dos impactos oriundos da pandemia do COVID-19 / hibernação de 62 plataformas que operam em águas rasas / interrupção temporária / queda na demanda, mais acentuada no mês de abril, com recuperação nos meses de maio e junho. No 2T20, a produção nos campos do pré-sal foi 1% inferior ao trimestre anterior.

“Já era esperada uma pequena queda que ficou dentro da expectativa. Esperamos recuperação consecutiva a partir dos próximos meses. Continuamos recomendando a compra da ações da empresa.”

A recomendação é de COMPRA ao preço-justo: R$ 25,78. Upside: +10,3%.

RUMO ON

Em, fato relevane a Rumo informou que a Malha Oeste protocolou, junto à ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres (“ANTT”), pedido de adesão a processo de relicitação referente ao objeto do Contrato de Concessão celebrado entre a Malha Oeste e a União.

“Notícia positiva para a Rumo e continuamos apostando na empresa,com expectativa de melhora de volumes e de melhora de margens nos próximos trimestres.”
A recomendação é de COMPRA ao peço-justo: R$ 27,40. Upside: +17%.

IND. ROMI ON

Divulgou o resultado do 2T20. A receita líquida foi de R$ 196,0 milhões, com aumento de 18% em relação ao 2T19, sendo que, exceto a unidade Máquinas Romi, as demais unidades de negócio apresentaram crescimento no período. Em Máquinas Romi a receita líquida foi de R$ 76,3 milhões no 2T20, apresentando uma queda de 4,4%, quando comparada com o 2T19. A situação de pandemia global impactou algumas entregas de máquinas que estavam programadas para o 2T20, sendo que a maioria desses pedidos foi postergada para o 3T20. Em Máquinas Burkhardt+Weber, a receita líquida foi de R$ 70,1 milhões, com aumento de 34%, impactada em parte pela desvalorização do Real. Em Fundidos e Usinados, a receita líquida foi de R$ 49,7 milhões, com aumento de 39,1%. A carteira de pedidos no período apresentou queda de 19% em relação ao 2T19 e queda de 3% em relação ao 1T20. Em relação ao 2T20, ocorreu queda de 6% em Máquinas Romi, queda de 100% em Máquinas Burkhardt+Weber e aumento de 9% em Fundidos e Usinados. O Ebitda foi de R$ 19,2 milhões, com forte aumento em relação ao 2T19, e a margem ficou em 9,8% versus 4% no 2T19, mas no acumulado do 1S20, O lucro líquido foi de R$ 11,4 milhões, revertendo o prejuízo do 2T19.

“No geral o resultado foi melhor do que esperávamos, em virtude da carteira de pedidos finalizada no 1T20. A carteira de pedidos sofreu queda e isso deverá impactar o resultado do 3T20, mas esperamos recuperação ao longo do 2S20 e com mais ênfase a partir do 4T20, impactado em melhora de resultados nos trimestres seguintes.”

A recomendação é de COMPRA ao preço-justo: R$ 17,00. Upside: +18%.

WEG ON

Divulgou o resultado do 2T20. A receita líquida foi de R$ 4,064 bilhões, com aumento de 24% em relação ao 2T19. O mercado interno representou 39% e mostrou aumento de 24% em relação ao 2T19. A receita do mercado externo mostrou aumento de 23% e foi impactada pela desvalorização do Real em relação a outras moedas. No mercado interno foi impactada principalmente pelo segmento de geração, transmissão e distribuição de energia (GTD), além do impacto da entrega de equipamento de ciclo longo em equipamento eletroeletrônicos industriais. O Ebitda foi de R$ 732,2 milhões, com aumento de 36% em relação ao 2T19 e a margem ficou em 18% versus 16%. O aumento foi decorrente do impactado da variação cambial no perído e da eficiência da empresa no controle de custos. O lucro líquido foi de R$ 514,0 milhões, com aumento de 32% em relação ao 2T19. O aumento foi decorrente em parte da melhora operacional e variação cambial. Encerrou o período com um caixa líquido de R$ 1,261 bilhão.

“No geral o resultado ficou acima da expectativa e esperamos melhora ao longo dos próximos trimestres, principalmente a partir do 4T20, quando esperamos uma melhora mais significativa da economia interna e externa.”

A recomendação é de COMPRA ao preço-justo: R$ 65,00. Upside: +9%.

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