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Renda Variável bate recorde na B3 com 3,2 milhões de contas Pessoas Físicas

Data de criação:

access_time 04/02/2021 - 20:38

Data de atualização:

access_time 04/02/2021 - 20:38
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Os dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais- ANBIMA divulgado hoje também mostrou que a renda variável caiu no gosto dos brasileiros em 2020. A B3 bateu recorde de 3,2 milhões de contas de pessoas físicas em dezembro e o varejo tradicional despontou, com evolução de 79,2% no número de contas. “A busca por aplicações com maior possibilidade de retorno fez com que os fundos de ações e também a compra direita de ações se tornassem mais atrativas aos olhos dos investidores. É um um desempenho notável, considerando que o Ibovespa ficou negativo em grande parte do ano”, avalia José Ramos Rocha Neto, presidente do Fórum de Distribuição da ANBIMA.

Contas por região

Outro recorde de 2020, o número total de contas dos investidores cresceu 27,8% e chegou a 105,6 milhões no ano. Vale lembrar que esse número não equivale ao total de CPFs, pois cada pessoa pode ter mais de uma conta. O Sudeste responde por mais de metade do total, com 53,9 milhões de contas, ou 25,5% além do registrado em 2019.

O maior crescimento, entretanto, foi no Norte: a região bateu 6,0 milhões de contas em 2020, 46,6% a mais que no ano anterior. O Nordeste subiu 31,7%, chegando a 21,7 milhões de contas, e o Centro-Oeste avançou 31,1%, alcançando a marca de 8,3 milhões. O Sul responde por 15,7 milhões de contas, aumento de 23% no período.

Novos produtos na estatística de varejo

A letra de câmbio, a LIG (Letra Imobiliária Garantida) e a LAM (Letra de Arrendamento Mercantil) são os três produtos que passam a integrar as estatísticas de varejo da ANBIMA e respondem por volumes de R$ 1,6 bilhão, R$ 724,8 milhões e R$ 128,7 milhões, respectivamente. “A LIG é um instrumento relativamente novo no mercado e que ajudará no financiamento do setor imobiliário”, explica Rocha.

Os dados da Associação trazem ainda um maior detalhamento de outros três tipos de produtos: títulos públicos, debêntures e ETFs (Exchange Traded Funds). Os papéis do governo federal somam R$ 43,7 bilhões no varejo, divididos em 50,9% de títulos híbridos (indexados pelo IPCA), 29,1% de pós-fixados e 20,0% de pré-fixados. Entre os R$ 11,5 bilhões de títulos corporativos de dívida, 83,9% são de debêntures incentivadas e 16,1% correspondem a debêntures tradicionais. Já os ETFs acumulam R$ 2,9 bilhões, com a maioria (91,4%) de renda variável.

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