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Terra Investimentos troca Pão de Açúcar para entrada da Rumo

Data de criação:

access_time 02/07/2020 - 13:19

Data de atualização:

access_time 02/07/2020 - 13:19
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Os analistas da Terra Investimentos justificaram as trocas de ativos na Carteira Recomendada de Julho. Foram considerados os cenários externos, com a pandemia de coronavírus nos Estados Unidos e na Europa e, principalmente, com a probabilidade de uma segunda onda, bem como o cenário doméstico também com a doença e o clima político. Apesar de fatores negativos, os analistas reiteraram o desempenho da bolsa brasileira com o Ibovespa fechando junho em alta e reduzindo as perdas do ano, que agora estão em menos 17,8%.

” Dadas as incertezas quanto a uma recuperação mais consistente da economia, tanto por conta do acirramento da crise política, quanto do agravamento de contágio da Covid-19, elaboramos uma Carteira bem diversificada para o mês de Julho. O foco ficou para as empresas exportadoras, que estão menos endividadas e com boa gestão de caixa mais robustos”, explicam.

Carteira Recomendada de Julho

B3 (B3SA3) 10%;
Bradesco (BBDC4) 10%;
Gerdau (GGBR4) 10%;
JBS (JBSS3) 10%;
Magazine Luiza (MGLU3) 10%;
Rumo (RAIL3) 10%;
Petrobras (PETR4) 10%;
Telefônica (VIVT4) 10%;
Klabin (KLBN11) 10%;
Vale (VALE3) 10%.

Saiu Pão de Açúcar (PCAR3):

“Ainda visualizamos bons números para a companhia, entretanto, optamos em retirar de nossa carteira recomendada do mês de julho, por suas ações já terem apresentado forte crescimento.”

Preço alvo: R$ 100,00 por ação para 12 meses.

Entrou Rumo (RAIL3):

“Incluímos os papéis da companhia em nossa carteira recomendado do mês de julho, por acreditar que suas ações estão demasiadamente depreciadas, haja vista que o cenário aponta para a continua melhora para o setor agrícola, que é o principal produto transportado pela companhia. Vale destacar, que as colheitas por grãos continuam surpreendendo e a perspectiva para o ano que vem é de recordes, além disso, com o real depreciado acaba estimulando os produtores a exportarem.”

Preço alvo: R$ 29,00 por ação para 12 meses.

Foram mantidos

Magazine Luiza (MGLU3):

“Continuamos acreditando que a companhia continuará entregando bons resultados. O seu perfil mais digital vem colocando a empresa em um outro patamar, com fortes crescimentos. Outro ponto favorável é que a companhia mantém uma solida posição de caixa, estando com R$ 3,8 bilhões, para conseguir ultrapassar esse momento econômico mais crítico. ”

Preço alvo: 74,00 por ação para 12 meses.

Petrobras (PETR4):

“A companhia vem intensificando a sua intenção de desinvestimentos, além disso, a reabertura da economia tende a impulsionar a demanda interna por combustível. Outro ponto positivo e a redução das tensões sobre o preço do petróleo, com a trégua entre Oriente Médio e Rússia.”

Preço alvo R$ 24,40 por ação para 12 meses.

B3 (B3SA3):

“A empresa vem apresentando bom desempenho, com altos volumes transacionados nos mercados, decorrentes da forte volatilidade. Além disso, o seu sólido desempenho financeiro e forte geração de caixa, continua garantindo bons retornos em suas ações. Outro fator de atenção, sendo positivo para seu negócio e a possibilidade do retorno dos IPOs. ”

Preço alvo: R$ 58,00 por ação para 12 meses.

JBS (JBSS3):

“Mantemos os papéis da companhia em nossa carteira do mês de julho, dado o cenário mesmo com a pandemia, ser favorável para o setor de frigoríficos. Destacamos que a demanda por proteína animal continua em crescimento, além disso, a empresa tem diversos abatedouros em várias regiões dos EUA e Brasil podendo utiliza-los caso ocorre algum fechamento de unidade, para garantir a entrega e produção. Vale destacar, que a alavancagem caiu de 3,2x para 2,77x, no comparativo anual. A companhia fechou março com R$ 18,5 bilhões em caixa.”

Preço alvo: R$ 30,00 por ação para 12 meses.

Bradesco (BBDC4):

“Acreditamos que os papéis do banco estão demasiadamente depreciados, desta forma, abrindo uma boa oportunidade de alocação. O resultado recente do Bradesco foi principalmente afetado por maiores provisões, visando o cenário econômico adverso que poderá resultar no aumento do nível de inadimplência em meio à da falência de empresas, elevação do desemprego e degradação do valor das garantias. Vale destacar, que essa provisão pode ser revertida, caso o cenário volte a apresentar melhoras.”

Preço alvo: R$ 28,00 por ação para 12 meses.

Klabin (KLBN11):

“Além de considerar que o segmento de atuação da Klabin é resiliente, inclusive para momentos como o atual, destacamos que a sua intenção de desinvestimento poderá melhorar o desempenho da empresa. Em tempos de crise e redução de renda, a população acaba reduzindo o tíquete das compras porém, qualquer que seja o custo ele sempre precisa ser embalado. Além disso, o confinamento desse período, acaba elevando as entregas de produtos, no delivery, tanto alimentos quanto outros tipos de bens, consumindo mais embalagens.”

Preço-alvo de R$ 25,00 por ação para 12 meses.

Vale (VALE3):

“A companhia poderá continuar apresentando bom desempenho, dado a reabertura da economia quanto aos elevados preços do minério de ferro. Além disso, a empresa apresentou crescimento em seu caixa, e mostrou menor dívida neste último trimestre. Outro fator positivo é que a Vale tem a seu favor o dólar apreciado, e os preços do minério em patamares elevados e a expectativa da recuperação da China, seu principal mercado. ”

Preço alvo: R$ 65,00 por ação para 12 meses.

Telefônica (VIVT4):

“A companhia teve pressão em seu resultado por conta de maiores despesas no trimestre com impostos e depreciação dos ativos. Mas vale salientar, que em momentos de grandes incertezas e volatilidade, a companhia é uma boa opção já que é boa pagadora de proventos. Outro ponto positivo é que suas receitas são recorrentes, e por conta do confinamento, estão sendo bastante utilizadas. As empresas também estão em plena consolidação, com a Vivo e a Tim, fazendo parceria para comprar a operação móvel da Oi. ”

Preço alvo: R$ 63,00 por ação para 12 meses.

Gerdau (GGBR4):

“Visando um retorno da economia dos EUA, acreditamos que os papéis da Gerdau irão continuar performando positivamente no mês de julho. Além disso, acreditamos que a empresa possa promover elevações no preço do aço, indo de encontro com as outras siderúrgicas que já anunciaram elevações. ”

Preço alvo: R$ 18,00 por ação para 12 meses.

 

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