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Títulos Públicos de longo prazo têm rentabilidade negativa em fevereiro

Data de criação:

access_time 09/03/2021 - 20:16

Data de atualização:

access_time 09/03/2021 - 20:16
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As expectativas de longo prazo dos investidores foram afetadas pelo segundo mês consecutivo. O movimento foi registrado pelos índices da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) que acompanham esses papéis: em fevereiro, o IMA-B5+, que reúne títulos indexados ao IPCA com vencimentos maiores do que cinco anos, recuou 2,33%, o que representa uma perda acumulada de 3,97% em 2021.

A segunda maior queda foi a do IRF-M1+, que expressa uma carteira de prefixados com vencimentos acima de um ano, que contabilizou perdas de 2,01% no mês e 3,37% no ano. Os resultados contribuíram para puxar a rentabilidade do IMA-Geral (Índice de Mercado ANBIMA), que consolida a média de todos os subíndices, para baixo, com perdas de 0,69% em fevereiro e de 0,93% no ano.

“Os títulos públicos foram impactados, mais uma vez, pelos efeitos da pandemia de Covid-19 na economia. As incertezas para os próximos meses, principalmente em relação aos indicadores macroeconômicos e às contas públicas, reduziram o retorno desses papéis, além do interesse dos investidores por eles”, afirma Hilton Notini, gerente de Preços e Índices da ANBIMA.

As carteiras de vencimentos mais curtos, refletidas pelo IMA-B5 (com títulos indexados ao IPCA de até cinco anos), também apresentaram baixas de 0,60% no mês e de 0,49% no acumulado do ano. Já o IRF-M 1, que reúne prefixados de vencimento máximo em até um ano, teve altas de 0,04% e de 0,08% no mês e no ano, nesta ordem.

No mercado de títulos corporativos, as debêntures atreladas à inflação tiveram queda em fevereiro. A carteira do IDA-IPCA, índice que acompanha esses papéis, desvalorizou 1,01% no mês. Por sua vez, as debêntures com isenção fiscal para pessoas físicas e vencimentos mais longos, refletidas pelo IDA-IPCA Infraestrutura, apresentaram a menor performance de fevereiro (-1,11%) e do acumulado do ano (-0,83%).

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