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Wall Street azeda com a COVID-19 avançando

Data de criação:

access_time 01/04/2020 - 18:58

Data de atualização:

access_time 01/04/2020 - 18:58
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Os índices de peso da bolsa de Nova York fecharam no vermelho nesta quarta-feira, com os investidores olhando para o quadro crítico da pandemia se estendendo nos Estados Unidos.

Ao final, o Dow Jones ficou em queda de 4,44% aos 20.943 pontos. O S&P recuou 4,41% aos 2.470 pontos. O Nasdaq ficou em queda de 4,41% aos 7.360 pontos.

Os investidores atribuíram o mau humor do dia, em parte, pelas declarações do presidente Donald Trump, que alertou ontem para semana “muito, muito dolorosa” para o país ante a pandemia de COVID-19 em rápida expansão.

A pandemia levantou temores de que a maior economia do mundo esteja passando por uma perturbação sem precedentes em indústrias, pequenas empresas e famílias, resultando no pior desempenho trimestral para as ações dos Estados Unidos desde 2008.

Hoje, o índice Russell 2000, de pequena capitalização, caiu 7,03% em 1.071,99. O índice VIX , que mede o estresse do mercado, subiu 6,57% a 57,06 pontos.

O número de casos de COVID-19 subiu para 922 mil nesta quarta-feira, enquanto o número de mortes chegou a 46 mil, segundo dados da Universidade Johns Hopkins. Os Estados Unidos têm o maior número de casos em todo o mundo, com 203.608 e 4.476 mortes.

Os rendimentos dos títulos do governo estenderam sua queda, com o rendimento do Tesouro de 10 anos a 0,581% caindo 6,1 pontos base para 0,63%.

Nos Estados Unidos, o emprego no setor privado diminuiu 27 mil empregos de fevereiro a março, de acordo com o relatório ADP National Employment Report de março. O relatório utiliza dados até o dia 12 do mês. O relatório usa o mesmo período de tempo que o Departamento do Trabalho e Estatísticas usa para sua pesquisa, que é considerada uma prévia do Payroll. Como tal, o NER de março não reflete o impacto total do COVID-19 na situação geral de emprego.

Nos Estados Unidos, a atividade econômica do setor manufatureiro contraiu em março e a economia geral cresceu pelo 131º mês consecutivo, dizem os executivos de suprimentos no mais recente Manufacturing ISM – Report On Business. O PMI de março registrou 49,1%, queda de 1 ponto percentual em relação à leitura de 50,1% em fevereiro.

Nos Estados Unidos, o índice final do PMI, com ajuste sazonal, ajustado pelo IHS Markit, registrou 48,5 em março, revisado em relação ao número ‘flash’ de 49,2 e abaixo dos 50,7 registrados em fevereiro. A deterioração geral na saúde do setor manufatureiro foi a mais rápida desde agosto de 2009

*Por Ivonéte Dainese  – tradução de relatórios oficiais e de agências internacionais

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