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Wall Street derrete com COVID-19 e eleição dos EUA na porta

Data de criação:

access_time 28/10/2020 - 19:26

Data de atualização:

access_time 28/10/2020 - 19:28
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Os índices de peso de Wall Street recuaram nesta segunda-feira. O que se viu foi o investidor cauteloso com o avanço da COVID-19 em vários países, inclusive nos Estados Unidos. Sem nenhum sinal de acordo sobre o pacote fiscal, os negociadores estão apreensivos com a proximidade a eleição presidencial.

Ao final, o Dow Jones ficou em queda de 3,43% aos 26.519 pontos. O S&P ficou em queda de 3,53% aos 3.271 pontos. O Nasdaq ficou em queda de 3,73% a 11.004 pontos. O índice VIX, que mede a volatilidade dos mercados, subiu 7% ficando em 40,38.

A queda nas ações americanas ocorreu com as europeias. As medidas ainda mais severas anunciadas nesta quarta-feira por vários líderes do Velho Continente ajudaram a azedar o humor do mercado de risco.

Em Paris, o presidente francês Emmanuel Macron anunciou um novo lockdown a partir de quinta-feira e que seguirá até 01 de dezembro. Na sequência ficou a Alemanha, com a primeira-ministra Angela Merkel anunciando bloqueio parcial de um mês, já a partir de amanhã. Para o auxílio emergencial serão injetados € 10 bilhões, segundo Merkel.

Em território americano, os casos de pessoas internadas subiram para mais de 10% na última semana em 32 estados e em Washington, D.C., de acordo com dados compilados pela Bloomberg.

Por fim, de volta aos mercados, as ações de tecnologia escorregaram e não tiveram força para amparar o Nasdaq. As ações financeiras e das farmacêuticas também caíram.

O Comitê de Comércio, Ciência e Transporte do Senado realizou uma audiência com o CEO do Twitter, Jack Dorsey, com o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, e com o CEO da Alphabet, Sundar Pichai, para discutir a Seção 230 do Communications Decency Act, que até o momento ajudou a proteger as plataformas online de responsabilidade sobre conteúdo criado pelo usuário.

As ações do Twitter caíram 5,34%, as do Facebook caíram 5,51% e as da Alphabet caíram 5,51% (GOOGL) e 5,46% (GOOG).

Na carona também caíram as ações da Apple, queda de 4,63%, as da Microsoft, queda em 4,96% e as da Amazon, queda em 3,76%.

Entre as ações financeiras que ficaram no vermelho estavam as do Bank of America, queda de 1,59%. As do Wells Fargo caíram 2,93%.

Já as das farmacêuticas Modera e Johson&Johnson recuaram 6,98% e 3,35% respectivamente.

Nos Estados Unidos, o Census Bureau anunciou as estatísticas de avanço de comércio internacional, estoques no atacado e estoques no varejo para setembro de 2020.

O déficit comercial internacional foi de US$ 79,4 bilhões em setembro, queda de US$ 3,7 bilhões de US$ 83,1 bilhões em agosto. As exportações de bens em setembro foram de US$ 122,0 bilhões, US$ 3,2 bilhões a mais que as exportações de agosto. As importações de bens em setembro foram de US $ 201,4 bilhões, US $ 0,5 bilhão a menos que as importações de agosto.

Estoque avançado de atacado
Os estoques no atacado para setembro, ajustados para variações sazonais, mas não para mudanças de preço, foram estimados em um nível de fim de mês de US$ 634,8 bilhões, queda de 0,1% (± 0,4%)  a partir de agosto de 2020, e caíram 4,5% (± 0,9%) de setembro de 2019. A variação percentual de julho de 2020 a agosto de 2020 foi revisada de até 0,4% (± 0,2%) para até 0,3% (± 0,2%).

Inventários de varejo avançados
Os estoques de varejo para setembro, ajustados para variações sazonais, mas não para mudanças de preços, foram estimados em um nível de final de mês de US$ 607,0 bilhões, um aumento de 1,6% (± 0,2%) a partir de agosto de 2020, e caíram 9,1% (± 0,5%) de setembro de 2019. A variação percentual de julho de 2020 a agosto de 2020 foi revisada de até 0,4% (± 0,2%) para até 0,5% (± 0,2%).

*Tradução ID de relatórios oficiais e Bloomberg

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