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Wall Street devolve também com COVID-19 e balanços financeiros no radar

Data de criação:

access_time 13/02/2020 - 19:09

Data de atualização:

access_time 13/02/2020 - 19:09
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Os índices de peso de Wall Street fecharam em baixa nesta quinta-feira, depois dos recordes de ontem, com atenção para a mudança na metodologia usada pela China para detectar os casos e mortes de COVID-19.

Ao Dow Jones ficou em queda de 0,43% aos 29.423 pontos. O S&P ficou em queda de 0,16% aos 3.373 pontos. O Nasdaq ficou em queda de 0,14% aos 9.711 pontos.

A China registrou nesta quinta-feira 254 novas mortes pelo vírus nas últimas 24 horas, enquanto o número de novos casos saltou 15.152, depois que o governo aplicou o método de diagnóstico na província de Hubei, a mais atingida. A Organização Mundial da Saúde – OMS disse que o total de mortes pelo surto foi de 1.369, enquanto o número total de casos confirmados subiu para 60.329.

Enquanto isso, nas notícias econômicas, os preços ao consumidor de janeiro subiram 0,1% modestamente, mas aumentaram 0,2% depois que os números foram retirados dos preços de alimentos e energia. As solicitações de auxílio desemprego para a semana fechada em 08 de fevereiro subiram.

Em Capitol Hill, dois indicados pelo presidente Donald Trump ao Conselho de Governadores do Federal Reserve – Judith Shelton e Christopher Waller – enfrentaram escrutínio do Comitê Bancário do Senado.

Entre as empresas que divulgaram balanços estavam a Cisco Systems Inc, queda de 5% nas ações depois que divulgou lucro e receita do segundo trimestre pouco acima das previsões de Wall Street.

Entre as ações com ganhos no Dow Jones ficaram as do Walmart, alta 1,37%, as da Procter&Gamble, alta de 1,22%, as da American Express, alta de 0,92%, e Nike, alta de 0,36%. Na contramão ficaram as ações da Microsoft, queda 0,54%, as Chevron, queda de 0,34%, as da Intel, queda de 0,03%.

Nos Estados Unidos, o Índice de Preços para todos os Consumidores Urbanos (CPI-U) subiu 0,1% em janeiro, com ajuste sazonal, depois do ganho de 0,2% em dezembro, informou hoje o Departamento de Estatísticas dos Estados Unidos. Nos últimos 12 meses, o índice de todos os itens aumentou 2,5% antes do ajuste sazonal.

Nos Estados Unidos, na semana que terminou em 08 de fevereiro, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego, com ajuste sazonal, ficaram em 205 mil, alta de 2 mil em relação ao nível revisado da semana anterior.

O nível da semana anterior foi revisado em 1.000 de 202 mil para 203 mil. A média móvel de quatro semanas foi de 212 mil, inalterada em relação à média revisada da semana anterior. A média da semana anterior foi revisada em 250 de 211.750 para 212 mil.

A taxa de desemprego, com ajuste sazonal ajustado, foi de 1,2% na semana encerrada em 01 de fevereiro, inalterada em relação à taxa não revisada da semana anterior. Os números são do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos.

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