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Wall Street fecha em alta com alívio entre EUA e China

Data de criação:

access_time 01/06/2020 - 19:02

Data de atualização:

access_time 01/06/2020 - 19:02
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Os pesos pesados da bolsa de Nova York fecharam com ganhos, depois de um começo de sessão devagar. A recuperação econômica ofuscou os conflitos nas cidades americanas. O dia foi de dados econômicos para os Estados Unidos.

Ao final, o Dow Jones ficou em alta de 0,36% aos 25.475 pontos. O S&P ficou em alta de 0,38% aos 3.055 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 0,66% aos 9.552 pontos.

O apetite para as compras era esperado com o alívio das tensões entre os Estados Unidos e a China, bem como o recuo dos casos de coronavírus e as reaberturas de várias economias.

Sobre os protestos, o presidente Donald Trump voltou a criticar os governadores ao chamá-los de “fracos” por suas respostas às manifestações de fim de semana nas principais cidades. Trump também pediu a todos que sejam mais duros com os manifestantes indignados pela morte de George Floyd. O segurança, que era negro, foi morto quando estava sob custódia policial americano branco na semana passada.

O clima tenso se estendeu para vários estados, com os governos pedindo segurança e com unidades da Guarda Nacional seguindo para ajudar a restabelecer a ordem.

Os protestos atingiram as principais varejistas pertencentes à Target Corp, queda de 2,32%, e Walmart Inc, queda de 0,08%.

As da Apple Inc subiram 1,23% e as da CVS Health Corp subiram 1%, com as duas fechando temporariamente algumas unidades com o temor de saques e destruição ante o estresse que toma conta do país.

Entre as ações com ganhos no Dow Jones ficaram as da Boeing, alta de 3,80%, Travelers, alta de 2,03%, Exxon Mobil, alta de 1,78%, American Express, alta de 1,77%, e Goldman Sachs, alta de 1,75%. Na contramão ficaram as Pfizer, queda de 7,15%, as da Cisco Systems, queda de 3,18%, e as Verizon Communications, queda de 2,79%.

Nos Estados Unidos, o índice IHS Markit – PMI registrou 39,8 em maio, acima dos 36,1 no início do segundo trimestre. Embora ligeiramente superior à baixa recente de abril, o último número sinalizou a segunda pior deterioração nas condições operacionais de fabricação desde abril de 2009.

Nos Estados Unidos, o relatório divulgado pelo Institute for Supply Management – ISM de maio ficou em 43,1%, alta 1,6 pontos percentuais em relação à leitura de abril de 41,5%. O número indica expansão da economia em geral depois da contração de abril, que encerrou um período de 131 meses consecutivos de crescimento.

*Por Ivonéte Dainese com relatórios oficiais e agências internacionais

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