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Wall Street fecha em alta com sinais de retração da COVID-19

Data de criação:

access_time 14/04/2020 - 18:59

Data de atualização:

access_time 14/04/2020 - 18:59
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Os índices de peso de Wall Street fecharam com ganhos nesta terça-feira. As expectativas de que o pior já passou, com o número de mortos pela pandemia da COVID-19 caindo, deram fôlego para os negócios. Porém, as consequências econômicas estão começando a ser registradas. Os sinais são sombrios para a temporada de balanços financeiros do primeiro trimestre que está começando.

Ao final, o Dow Jones ficou em alta de 2,39% aos 23.949; o S&P ficou em alta de 3,06%; e o Nasdaq, alta de 3,95% aos 8.515.

Hoje, em tom cauteloso, o CEO do JPMorgan Chase & Co, Jamie Dimon, disse que seu banco reservou US $ 8,3 bilhões em provisões para perdas com empréstimos, acima dos US $ 1,5 bilhão no ano passado, uma necessidade dada a probabilidade de uma recessão bastante grave.

O Fundo Monetário Internacional – FMI alertou nesta terça-feira que os esforços globais para conter o coronavírus podem resultar na perda de US $ 9 trilhões em atividades econômicas até 2021, sendo a pior recessão desde a Grande Depressão.

O presidente do Federal Reserve de St. Louis, James Bullard, disse que a quarentena pode exigir um pedágio diário de US $ 25 bilhões na economia dos Estados Unidos e reiterou seu pedido de mais testes, em vez de quarentena, enquanto falava em coletiva sobre a COVID-19.

Os dados econômicos da China despertaram um pouco a disposição dos investidores. As exportações e importações, em março, continuaram caindo, mas em ritmo mais lento, à medida que a atividade econômica do país começa a se recuperar das medidas adotadas para impedir a propagação da pandemia.

Sinais de que a pandemia do COVID-19 está recuando na Europa também aumentaram o apetite dos investidores por ativos de risco. Alguns países europeus começaram a suspender as restrições de circulação, enquanto os políticos dos Estados Unidos estão discutindo o tempo para a reabertura e quem tem autoridade para decidir.

Sobre os indicadores americanos, os preços das importações caíram 2,3% em março, informou o Departamento de Estatísticas, depois de uma queda de 0,7% no mês anterior. O recuo de março foi impulsionado pelos preços mais baixos dos combustíveis. Os preços de exportação dos Estados Unidos caíram 1,6% em março, depois de cair 1,1% em fevereiro.

Importações

O índice de preços das importações caiu 2,3% em março, a maior queda mensal desde que os preços das importações caíram 3,2% em janeiro de 2015. O declínio de março seguiu a queda de 0,7% em fevereiro e avanços de 0,2% em cada um dos três meses anteriores. Os preços de importação também caíram 12 meses, recuando 4,1% de março de 2019 a março de 2020. A queda foi a maior no ano desde que o índice caiu 4,7% nos 12 meses encerrados em junho de 2016.

Exportações

Os preços das exportações caíram 1,6% em março, depois de cair 1,1% em fevereiro e subir 0,6% em janeiro. A queda de março foi a maior mensal desde que o índice caiu 1,7% em janeiro de 2015.  Os preços de exportação caíram 3,6% no ano encerrado em março, a maior em 12 meses desde uma queda de 4,5% entre maio de 2015 e maio de 2016.

Por Ivonéte Dainese com agências internacionais

 

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