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Wall Street fecha em queda com temor pelo avanço da Covid-19

Data de criação:

access_time 04/01/2021 - 18:20

Data de atualização:

access_time 04/01/2021 - 18:20
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Os índices de peso de Wall Street recuaram forte no meio da sessão desta segunda-feira (04), a primeira de 2021. A volta para o negativo, que acabou arrastando os demais mercados de ações, ocorreu com o temor de um lockdown em várias regiões dos Estados Unidos. O temor ganhou força com a divulgação dos dados da Johns Hopkins University sobre novos casos de Covid-19, que somente no final de semana atingiram  o recorde de quase 300 mil.

Ao final, o Dow Jones caiu 1,25% a 30.223 pontos. O S&P ficou em queda de 1,48% aos 3.700 pontos. O Nasdaq ficou em queda de 1,47% a 12.698 pontos.

Nesta segunda-feira (04), outro ponto de atenção ficou com a eleição para o Senado americano. Os republicanos atualmente mantêm uma maioria estreita na Câmara, ou 50 assentos contra 48 dos democratas.

Na manhã desta segunda-feira, as primeiras doses de uma vacina contra a Covid-19 foram dadas para mais de 4,5 milhões de pessoas nos Estados Unidos, o que representam apenas mais de 1% da população do país. No entanto, o Dr. Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, disse que a meta do presidente eleito Joe Biden de aumentar a distribuição para vacinar 100 milhões de pessoas em seus primeiros 100 dias era uma “meta realista”, de acordo com uma entrevista com ABC no Sunday.

Entre as ações com ganhos no Dow Jones ficaram as do Walmart, alta de 1,66%, as do Goldman Sachs, alta de 1,66%, as da Chevron Corp, alta de 0,36%.

Nos Estados Unidos, o IHS Markit, sazonalmente ajustado, para a fabricação industrial – PMI postou 57,1 em dezembro, de 56,7 em novembro, para sinalizar a melhora mais acentuada na saúde do setor há mais de seis anos. O número também subiu em relação à leitura ‘flash’ de 56,5 lançada anteriormente.

Nos Estados Unidos, os gastos com construção aumentaram 0,9% em novembro, em grande parte devido ao aumento nas obras de habitação. Os gastos com novas casas aumentaram 2,6%, à medida que os construtores correram para trazer mais unidades ao mercado para atender ao aumento nas vendas de casas. Os gastos com novas residências aumentaram 16,2% no ano passado.  Os gastos com todas as outras formas de construção, tanto comerciais quanto governamentais, caíram 0,6%.  Os gastos em outubro, por sua vez, foram revisados para refletir um ganho de 1,6% em vez de 1,3%, conforme inicialmente relatado. Os dados são do Census.

*Tradução ID de agências internacionais

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