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Wall Street fica no azul com expectativa para o Payroll

Data de criação:

access_time 07/05/2020 - 19:22

Data de atualização:

access_time 07/05/2020 - 19:22
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Os índices de peso de Wall Street fecharam com ganhos nesta quinta-feira. Depois de uma abertura no vermelho, os investidores descolaram do relatório de pedidos iniciais de auxílio-desemprego. As compras ocorreram um dia antes da apresentação dos dados do Payroll.

Ao final, o Dow Jones ficou em alta de 0,89% aos 23.875 pontos. O S&P ficou em alta de 1,15% aos 2.881 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 1,41% aos 8.979 pontos. O índice VIX caiu 7,85% aos 31,44.

Os três pesos pesados da bolsa de Nova York foram embalados com a estabilização dos preços do petróleo, apesar do fechamento em queda. As ações das empresas de energia e as petroleiras ficaram no azul.

Apesar dos ganhos de hoje, a expectativa ficou para a divulgação do Payroll nesta sexta-feira (08). Segundo analistas, a taxa de desemprego poderá atingir os 15%, o que seria a maior em 50 anos. Para se ter uma noção exata do problema, há pouco mais de dois meses a taxa era de apenas 3,5%.

Por fim, de acordo com a Bloomberg News, autoridades de Pequim e Washington estão programando uma videoconferência para a próxima semana para discutir o progresso no pacto comercial da “Fase 1”. Entretanto, ainda existem dúvidas de como o presidente Donald Trump deverá agir depois de ter acusado a China de não ter sido eficaz no controle do coronavírus. Trump ameaçou anular o acordo.

Entre as ações com ganhos no Dow Jones ficaram as da Boeing, alta de 5,587%, as da Walt Disney, alta de 4,65%, as da American Express, alta de 3,25%, e as da Chevron, alta de 2,88%. Na contramão ficaram as ações da Pfizer, queda de 3,07%, as da Merck & Co, queda de 1,97%, a da UnitedHealth, queda de 1,31%.

Nos Estados Unidos, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego para a semana fechada em 02 de maio, com ajuste, ficaram em 3.169 milhões, queda em 677 mil em relação ao nível revisado da semana anterior. Os dados são do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos.

Nos Estados Unidos, os cortes de empregos anunciados pelos empregadores subiram para 671.129, o maior total de um mês já registrado de acordo com a Challenger, Gray & Christmas, que começou a rastrear anúncios de cortes de empregos em janeiro de 1993. O total do mês passado foi devido, principalmente, à pandemia de COVID-19, que foi citada como o motivo de 633.082 cortes de empregos, de acordo com um relatório mensal divulgado hoje.

Nos Estados Unidos, a produtividade do trabalho no setor empresarial não-agrícola caiu 2,5% no primeiro trimestre de 2020, informou o Departamento do Trabalho.

Por Ivonéte Dainese com agências internacionais

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