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Wall Street não sustenta alta com pandemia

Data de criação:

access_time 09/07/2020 - 17:54

Data de atualização:

access_time 09/07/2020 - 17:54
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Os índices de Wall Street fecharam em território negativo nesta quinta-feira. Os investidores mantiveram o radar nos assuntos corporativos, enquanto se prepararam para o início da temporada de resultados. A pandemia de coronavírus não dá trégua no País.

Ao final, o Dow Jones ficou em queda de 1,39% aos 25.706 pontos. O S&P ficou em queda de 0,56% aos 3.152 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 0,53% aos 10.547 pontos.

O Dow Jones afundou mais de 300 pontos, liderado por uma queda de mais de 8% com as ações da Walgreens Boots Alliance, queda de 7,76%, depois que a empresa sofreu uma perda líquida trimestral e anunciou cortes adicionais de empregos no exterior.

As ações de tecnologia ficaram em evidência. A Amazon ficou em alta de 3,6%, a Microsoft caiu 0,19%, a Apple ficou estável, o Facebook recuou 0,15% e as da Netflix subiram 0,99%.

As ações da Wells Fargo (WFC) caíram cerca de 2% depois que a Bloomberg informou que o banco estava se preparando para cortar milhares de empregos no final deste ano, em meio a uma fraqueza generalizada no setor financeiro.

A situação do coronavírus piorou ainda mais em algumas partes dos Estados Unidos, com a Flórida registrando um recorde de 120 mortes em dia. A Califórnia registrou seu maior salto em um dia com 149 casos.

Sobre os indicadores, o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos apresentou os pedidos iniciais de auxílio-desemprego para a semana fechada em 04 de julho. Foram m 1.314 milhão, com queda de 99 mil em relação ao nível revisado da semana anterior.

O nível da semana anterior foi revisado em 14 mil de 1.427 milhão para 1.413 milhão. A média móvel de quatro semanas foi de 1.437.250, uma redução de 63 mil em relação à média revisada da semana anterior. A média da semana anterior foi revisada em 3.500, de 1.503.750 para 1.500.250.

A taxa de desemprego medida pelas solicitações, com ajuste sazonal, foi de 12,4% na semana que terminou em 27 de junho, uma queda de 0,5 ponto percentual em relação à taxa revisada da semana anterior. A taxa da semana anterior foi revisada em 0,3, de 13,2 para 12,9%.

As reivindicações continuadas, relatadas com um atraso de uma semana, atingiram o recorde de 24.912 milhões no início de maio.

*Por Ivonéte Dainese de relatórios oficiais e com agências internacionais

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