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Wall Street recua com novas diferenças entre a China e EUA

Data de criação:

access_time 04/05/2020 - 18:53

Data de atualização:

access_time 04/05/2020 - 18:53
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A bolsa de Nova York fechou em alta nesta segunda-feira. O radar ficou no preço do petróleo, que dá sinais de estabilização, e também no aumento da tensão entre os Estados Unidos e a China por conta do coronavírus.

Ao final, o Dow Jones ficou em alta de 0,11% aos 23.749 pontos. O S&P ficou em alta de 0,42% aos 2.842 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 1,23% aos 8.710 pontos.

O presidente Donald Trump sugeriu que poderia punir Pequim ao impor tarifas comerciais adicionais à China. Neste domingo, o secretário de Estado, Mike Pompeo, em entrevista à ABC “This Week”, disse ter visto “enormes evidências” de que o vírus se originou em um laboratório em Wuhan, na China. Trump durante uma rápida entrevista na Fox na noite de ontem disse: “Acho que eles cometeram um erro horrível e não querem admitir”.

As primeiras informações de que o presidente Donald Trump estaria disposto a penalizar a China pela disseminação de coronavírus foram divulgadas pelo Washington Post na última quinta-feira (30).

Ao mesmo tempo, as perdas da semana passada nos principais benchmarks foram revertidas na segunda-feira, sugerindo que os investidores estavam assumindo que o risco geopolítico está aumentado.

Ainda nesta sessão, os destaques ficaram com as ações de tecnologia. A temporada de balanços financeiros e os dados econômicos também seguiram na pauta do dia.

Entre as ações com ganhos no Dow Jones ficaram as da Exxon Mobil, alta de 4,03%, as da Microsoft, alta de 2,45%, as da Chevron, alta de 2,24%; e as da Apple, alta de 1,41%. Na contramão ficaram as ações da Caterpillar, queda de 2,85%, as da Dow Inc, queda de 2,56%, as da American Express, queda de 2,20%, e as da Boeing, queda de 1,43%.

Nos Estados Unidos, os novos pedidos de produtos fabricados caíram mais do que o esperado em março e podem afundar ainda mais com as interrupções das novas cadeias de suprimentos por conta do coronavírus e deprimir as exportações. O Departamento de Comércio informou na segunda-feira que os pedidos de fábrica caíram 10,3%. Os dados de fevereiro foram revisados para mostrar que os pedidos caíram 0,1% em vez de permanecerem inalterados, conforme relatado anteriormente.

Por Ivonéte Dainese com agências internacionais

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