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Wall Street recupera a força depois das declarações da OMS

Data de criação:

access_time 30/01/2020 - 18:40

Data de atualização:

access_time 30/01/2020 - 18:40
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Os índices de peso de Wall Street voltaram para o positivo ao final das negociações desta quinta-feira. Ao longo da sessão, os investidores mantiveram a cautela esperando pelas declarações da Organização Mundial de Saúde sobre as medidas que estão sendo adotadas para conter a disseminação do coronavírus na China e nos demais países.

Ao final, o Dow Jones ficou em alta de 0,43% aos 28.859 pontos. O S&P ficou em alta de 0,31% aos 3.283 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 0,26% aos 9.298 pontos.

No final desta tarde, a Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma apresentação sobre o surto de coronavírus, que teve a cidade Wuhan, na China, como o epicentro da doença, e declarou Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional.

Fora da China, agora existem 98 casos confirmados em 18 países, incluindo oito transmissões pessoais na Alemanha, Japão, Vietnã e Estados Unidos, de acordo com comentários feitos por Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. Pelo menos 170 pessoas morreram na China e quase 8 mil ficaram doentes. “Nossa maior preocupação é o potencial do vírus se espalhar para países com sistemas de saúde mais fracos e mal preparados para lidar com ele”, disse Adhanom Ghebreyesus.

Nos Estados Unidos, os  Centros de Controle e Prevenção de Doenças anunciaram nesta quinta-feira a confirmação do primeiro caso de disseminação de coronavírus de pessoa para pessoa, entre um casal em Illinois.

Atualmente, existem seis casos confirmados de coronavírus nos Estados Unidos, dois dos quais em Chicago. O sexto caso é do marido, que foi o primeiro caso confirmado em Illinois, da mulher de 60 anos. Ele não viajou para Wuhan, China, cidade que primeiro identificou o novo coronavírus, e só recentemente começou a mostrar sintomas do vírus.

No S&P, as ações da Service Now subiram 9,17%, as da Corteva Inc, alta de 5,18%, as da Mosaic Co., alta de 4,45%. Na contramão ficaram as ações da DuPont de Nemours Inc., queda de 8,62%, United Rentals Inc., queda de 7,01%, Facebook Inc., queda de 6,14%.

No Dow Jones, as ações da Coca-Cola, alta de 3,25%, Microsoft Corp., alta de 2,82%, Goldman Sachs Group Inc., alta de 1,67%, e as da Visa Inc, alta de 1,64%. Na contramão ficaram as ações da Johnson & Johnson, queda de 0,12%, as da Apple Inc, queda de 0,14%, as da Caterpillar Inc, queda de 0,30%.

Por fim, os investidores também analisaram os dados do PIB referente ao quarto trimestre. De acordo com analistas, o que se viu foi a economia em linha e afastando os sinais de desaceleração.

Nos Estados Unidos, o produto interno bruto real (PIB) ficou em 2,1% no quarto trimestre de 2019, de acordo com a estimativa “antecipada” divulgada hoje pelo Departamento de Análises Econômicas. No terceiro trimestre, o PIB real era de 2,1%.

O aumento do PIB real no quarto trimestre refletiu contribuições positivas de gastos com consumo pessoal (PCE), gastos do governo federal, gastos do governo estadual e local, investimento fixo residencial e exportações, que foram parcialmente compensados ​​por contribuições negativas do investimento em estoques privados e não-residenciais investimento fixo. As importações, que são uma subtração no cálculo do PIB, diminuíram.

Nos Estados Unidos, os pedidos iniciais de auxílio desemprego para a semana fechada em 25 de janeiro, com ajuste sazonal, ficaram em 216 mil, queda de 7 mil em relação ao nível revisado da semana anterior. O nível da semana anterior foi revisado em 12 mil, de 211 mil para 223 mil. Os dados são do Departamento do Trabalho.

Tradução ID de agências e relatórios internacionais

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