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Wall Street renova alta com testes positivos da Gilead Sciences para COVID-19

Data de criação:

access_time 10/07/2020 - 19:33

Data de atualização:

access_time 10/07/2020 - 19:34
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Os índices de Wall Street fecharam com ganhos nesta sexta-feira. Os investidores novamente ficaram animados com uma das empresas farmacêuticas que testam vacinas contra a COVID-19 sinalizando novos avanços. Entretanto, permanecem as incertezas quanto ao rumo da economia.

Ao final, o Dow Jones ficou em alta de 1,44% aos 26.075 pontos. O S&P ficou em alta de 1,05% aos 3.185 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 0,66% aos 10.617 pontos. Na semana, o Dow Jones subiu 1%, o S&P 500 registrou um ganho de 1,8% e o Nasdaq avançou 4%.

No meio desta tarde, a Gilead Sciences Inc divulgou dados promissores sobre o remdesivir. A empresa considerou que o medicamento experimental pode reduzir as mortes provocadas pela doença COVID-19. Embora a companhia tenha explicado que os resultados precisam ser confirmados. As ações da Gilead Sciences Inc subiram 2,0%.

No País, o número de novas infecções por COVID-19 subiu para 63 mil, para marcar outro recorde em um único dia. Os hospitais do Texas, Califórnia e outros estados também estão superlotados.

O total de casos de coronavírus está em 3,1 milhões e o número de mortos superou 133 mil, de acordo com dados compilados pela Universidade Johns Hopkins

Por fim, em dia fraco de agenda, as ações de tecnologia dominaram novamente. As ações da Amazon.com Inc subiram 0,54% e as da Netflix Inc avançaram 8%.

As ações da Carnival Corp subiram 10,8%, depois que a operadora de cruzeiros fez uma atualização comercial, reiterando que contínua vendo a demanda aumentando nas reservas para o próximo ano.

Nos Estados Unidos, o Índice de Preços ao Produtor para a demanda final caiu 0,2% em junho, ajustado sazonalmente, informou hoje o Departamento de Estatísticas. A queda ocorreu depois do aumento de 0,4% em maio e um declínio de 1,3% em abril. Em uma base não ajustada, o índice de demanda final caiu 0,8% nos 12 meses findos em junho.

*Por Ivonéte Dainese de relatórios oficiais e com agências internacionais

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