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Wall Street sustenta alta mesmo com a COVID-19 avançando

Data de criação:

access_time 06/07/2020 - 19:10

Data de atualização:

access_time 06/07/2020 - 19:12
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Os pesos pesados de Wall Street fecharam no azul nesta segunda-feira. Os investidores mantiveram as atenções dos negócios nas bolsas asiáticas. Apesar das compras na volta do feriado, os números da pandemia de coronavírus no País voltam a assustar no país.

Ao final, o Dow Jones ficou em alta de 1,78% aos 26.287 pontos. O S&P ficou em alta de 1,59% aos 3.179 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 2,21% aos 10.433 pontos.

Autoridades estaduais e regionais estão avaliando a retomada das restrições de algumas atividades. Embora o dia tenha sido de compras na maior bolsa de ações do mundo, os analistas estão céticos sobre a capacidade dos Estados Unidos de conter a pandemia e as consequências econômicas. Essas dúvidas surgiram com novos casos de COVID-19 contabilizados durante o fim de semana prolongado pelo 04 de Julho.

Nos Estados Unidos são 2.911.888 casos confirmados de contaminação, com 130.101 mortes e 906.763 pessoas recuperadas. Os dados são Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos. A leitura é das 19h10 pelo horário de Brasília.

Nesta sessão, as empresas financeiras e de tecnologia sustentaram o Dow Jones, enquanto Wall Street seguia pinçando os mercados de ações da China.

As ações do Goldman Sachs Group Inc subiram 5,1%, liderando no Dow Jones, as da Boeing Co subiram 3,92% e as da Walgreens Boots Alliance Inc ganharam 2,81%.

As ações da Amazon.com subiram 5,8%, fechando em US $ 3.057 por ação, superando o nível de US $ 3.000 pela primeira vez em sua história e conquistando uma avaliação de US $ 1,5 trilhão.

Nos Estados Unidos, o Índice de Atividade de Negócios dos Serviços – PMI da IHS Markit, ajustado sazonalmente, registrou 47,9 pontos no final do segundo trimestre, um aumento significativo em relação aos 37,5 pontos em maio e acima do número “flash” divulgado anteriormente de 46,7 pontos.

O Índice de Saída PMI Composto da IHS Markit registrou 47,9 pontos em junho, significativamente acima dos 37,0 pontos de maio, e também foi maior que o número “flash” divulgado anteriormente, de 46,8 pontos. O declínio geral mais lento da produção foi associado à retomada das operações dos fabricantes e de muitos prestadores de serviços.

Nos Estados Unidos, o relatório divulgado hoje pelo Institute for Supply Management – ISM registrou 57,1%, 11,7 pontos percentuais acima da leitura de 45,4% de maio. Essa leitura representa o primeiro crescimento no setor não industrial depois de um período de contração de dois meses, o que foi precedido por 122 meses seguidos de expansão. Esse é o maior aumento de p.p em um mês desde sua estreia em 1997.

Em abril, o índice sofreu sua maior queda em um mês, -10,7%.

O Índice de Atividade de Negócios registrou 66%, 25 p.p, acima dos 41% de maio.

O índice de novos pedidos registrou 61,6%, 19,7 p.p acima da leitura de 41,9% em maio.

O Índice de Emprego aumentou para 43,1%, 11,3 p.p acima da leitura de 31,8% de maio.

*Por Ivonéte Dainese de relatórios oficiais e com agências internacionais

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